terça-feira, 11 de maio de 2021

Clube de Oratória e Liderança lança novo curso e se integra ao Grupo Pró-Babitonga

O Clube de Oratória e Liderança (COL) anunciou um novo curso na 43ª reunião de eleição do colegiado do Grupo Pró-Babitonga (GPB).
O Clube de Oratória e Liderança recebeu, em 2021, o certificado com seis estrelas por ter cumprido todos os compromissos como signatário do Movimento Nacional ODS Santa Catarina em 2020

A novidade foi noticiada pelo presidente do COL, o síndico profissional Mário Lúcio Floriani, em reunião virtual do GPB, na manhã de 11 de maio de 2021, e que consolidou também a adesão do clube ao movimento de gestão ambiental participativa do Ecossistema Babitonga.
Fundado em 1979 e consolidado no voluntariado profissional, o Clube de Oratória e Liderança é uma ONG que já formou 3.355 oradores e líderes em 213 cursos realizados em vários estados brasileiros, mas principalmente em Santa Catarina. "O número de pessoas que também passou por nossas palestras, realizadas por associados ou convidados, supera a marca de 100.000", completa Floriani.
Os cursos tradicionais do COL têm ênfase em oratória, liderança, apresentações, reuniões e mediação de conflitos. Atento às necessidades de evolução, em 2017 lançou o Curso de Oratória e Liderança com Ênfase em Escutatória. "Neste curso ensinamos técnicas para formar um bom ouvinte, o que é uma característica marcante do líder", afirma o presidente.
Em 2018 outro curso inédito no País: Curso de Oratória e Liderança com Ênfase em Contação de Histórias, para Cegos e Deficientes Visuais, em parceria com a Associação Joinvilense para Integração dos Deficientes Visuais (Ajidevi).
Inovação tem sido marca desta ONG com características únicas no País.
Desde 2017, com a redação do novo estatuto, o desenvolvimento sustentável passou a fazer parte dos seus objetivos e, em 2018, o Clube de Oratória e Liderança tornou-se signatário do Movimento Nacional ODS Santa Catarina.
Impedido de realizar cursos presenciais por conta da pandemia do Covid19 desde março de 2020, o COL investiu na formatação de um treinamento alinhado com estes novos tempos de contágio e está lançando o Curso de Oratória e Liderança com Ênfase nos ODS para ser realizado presencialmente.
Considerando que na comunicação humana quem mais "fala" é o corpo, a didática dos cursos do Clude de Oratória e Liderança é baseada na prática e nas técnicas de expressão corporal. "Por isso preferimos adaptar as condições para a realização de cursos presenciais ao invés dos virtuais", enfatiza o presidente.
Este curso só será realizado em ambientes que permitam a participação de até 15 pessoas com distanciamento mínimo de 1,5m entre cada participante. "Essa condição se torna viável para a formação presencial em auditórios ou em grandes salas que permitam tal espaçamento complementada com o uso de máscara e aplicação de álcool gel, entre outros cuidados, para evitar a possibilidade de contágio", explica Floriani.
Assim, o Clube de Oratória e Liderança está qualificado para formar oradores e líderes que queiram ajudar na construção de uma sociedade melhor, socialmente inclusiva, ambientalmente sustentável e economicamente equilibrada.
"Além dos nossos cursos tradicionais, agora também estamos comprometidos com a formação de líderes para o desenvolvimento sustentável", finaliza Mário Lúcio Floriani.

Saiba mais sobre o COL neste blog:
Clube de Oratória e Liderança e SCPar praticam ODS 17
Quarenta anos focados na formação de líderes e qualificação de oradores
COL tem 40 anos de história para comemorar 
Educação Ambiental une diversas entidades de Santa Catarina
Clube de Oratória encerra projeto marcado por pioneirismo nacional 
Curso de Oratória, inédito no País, entra na reta final
Clube de Oratória e Liderança é signatário dos ODS da ONU
Mulheres agricultoras são foco do COL e IVC
Clube de Oratória e Ajidevi são parceiros em curso 
COL e IVC agem em defesa da Baía Babitonga
Clube de Oratória se aproxima de número histórico 
Ciclistas têm 50% de subsídio nos curso do Clube de Oratória
Clube de Oratória tem mais um reconhecimento público
COL forma mais 23 oradores na Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina
Cursos do COL tem novo local de realização
COL e IVC eleitos para representar Joinville em evento nacional de meio ambiente
Escutatória é ênfase do próximo curso do Clube de Oratória e Liderança
Líderes festejam aniversário, posse de diretoria e formação de novos oradores 
Loghaus investe na sua equipe e conta com o apoio do Clube de Oratória e Liderança
Vereadores mirins são formados pelo Clube de Oratória e Liderança em Joinville
Clube de Oratória elege nova diretoria e apoia curso para vereadores mirins em Joinville
Palestrante do COL tem excelente avaliação na VI Mutuação 
COL tem novo sítio virtual na internet
Clube de Oratória renova parceria com a Polícia Militar Catarinense 
No Dia do Rio COL encerra projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira"
Oratória para policiais militares ambientais
Projeto do COL estará na Virada da Educação 2015
Vídeo de projeto do COL já navega a internet
Clube de Oratória ajuda a desvendar "enigmas alienígenas" em rio de Joinville
COL e UFPR firmam parceria para formar empreendedores 
UFPR e Clube de Oratória renovam parceria 
Líderes que vão comandar o COL até 2017
Há 36 anos formando oradores e líderes, COL terá segunda mulher na presidência
Superação da timidez para falar em público
A morte do Juiz festeiro 
Grandes decisões ao redor da mesa
A humildade burra 
TIFO é o jeito certo de apresentar pessoas
Os maiores medos do mundo 
Cada bunda um som
Trânsito e liderança
Chega ao fim projeto patrocinado pelo COL "Se ligue no esgoto"
Pode acreditar. É escola pública
Projeto do COL revela que espinheiros está se transformando no melhor bairro de Joinville
A oratória da liderança
Clube de Oratória decide parcerias com a SDR Joinville e Ajidevi
Formar líderes e oradores é missão do COL
Superação do medo e da inibição
Ascensão profissional através da leitura
Vídeo COL ênfase política
Uma mentira, de tão repetida, vira verdade 
Vídeo COL ênfase liderança
Leitura e ascensão profissional
TOTVS investe em arma poderosa, a oratória
Vídeo "O rio que teima pela vida"
Bons oradores têm melhores cargos e salários
O maior medo do mundo tem cura
A importância da leitura na ascensão profissional
COL forma mais 16 oradores e empossa nova diretoria
Melhor oradora e maior evolução
Escolas de jornalismo não ensinam oratória
Comunicação é coisa difícil
Golpistas são excelentes oradores
Oratória para candidatos  

terça-feira, 4 de maio de 2021

Vivo um dilema de vida e morte como poucas vezes na minha vida

Dada a gravidade e o poder letal do Covid19 decidi logo no início da pandemia que tomaria a vacina contra esse vírus.
Foi tudo bem até o fim do dia...
Nunca tomei as vacinas contra as gripes aplicadas anualmente.
Sempre preferi contraí-las para garantir meu natural reforço imunológico.
Foi assim até meus 62 anos de vida completados mês passado.
Outra razão pela qual evitei vacinas é porque descobri, aos meus 20 anos, que sou alérgico a praticamente todo o tipo de medicamento.
Foi lá, na tenra idade, que uma reação alérgica a remédios provocou uma trombose que quase tirou-me a vida.
Desde então, tomo muito cuidado com minha saúde.
Nem remédios para dor posso ingerir.
Aliás, aos 35 anos, medicado que fui por uma companheira que desconhecia esse fato, quando uma febre quase convulsionou-me e ela medicou-me um desses antitérmicos que todos ingerem normalmente, a reação alérgica imediata por pouco me levou deste mundo sufocado num choque anafilático.
Foi um horror!
Um simples analgésico quase tirou-me a vida!
No entanto, o Covid19, com tal letalidade e efeitos colaterais, convenceu-me à vacina e a correr todos os riscos, que no meu caso, são muito particulares, muito altos.
E lá estava eu, no feriado do primeirio dia de maio de 2021, no Centreventos Cau Hansen; um dos primeiros da fila, antes das 8h da manhã, tomando a primeira dose.
Vacina aplicada senti-me feliz por essa conquista de saúde pública que defendo tanto num momento de concentrados e irracionais ataques ao que é público no meu País.
Desde então, e escrevo esse texto 72h depois da vacina, após três noites não dormidas por fortes dores musculares e de cabeça como raríssimas vezes senti na vida, só agora essas dores começam a diminuir.
Tudo normal, pois eram reações previstas pelos especialistas.
Mas, ainda vivo o dilema...
Alguns raros casos de tromboses fatais têm sido registrados como reação à vacina.
Eu já sabia quando decidi correr o risco.
Meu histórico de 40 anos atrás faz-me ficar alerta pelos próximos dias, pois aquela trombose de veia subclávia que quase chegou ao coração foi se formando lentamente e confirmada alguns dias depois numa flebografia, procedimento que também deixou-me completamente deformado por alguns minutos como reação alérgica ao medicamento contrastante na radiografia que fui obrigado a fazer como único exame possível à época.
Lá atrás, um remédio anticoagulante que estava em fase de testes foi o que garantiu que ainda tenho os dois braços no meu corpo.
A amputação era uma alternativa, caso a droga não fizesse efeito, para tentar evitar a coagulação crescendo até o coração.
Exatamente no dia do meu aniversário ganhei o melhor presente de toda a minha vida: a permanência de meu braço direito no meu corpo...
Uma nova flebografia, que mais uma vez deformou-me o corpo por alguns minutos, confirmou que o trombo havia parado de crescer.
Agora, apesar de as dores estarem indo embora, ainda estou observando-me como poucas vezes na minha vida... pois, uma trombose, em algum lugar do meu corpo pode estar em formação, já que tenho histórico.
Sim, é um momento de tensão.
Mas, a decisão foi bem pensada, com todos os riscos.
E se eu estiver no grupo de risco de grave reação à vacina isso não deve invalida-la, pois é um caso em milhões!
Por isso continuo incentivando todas(os) que tenham acesso à vacina que a tomem.
Ela pode matar? Pode.
Casos raríssimos, percentuais insignificantes foram registrados.
Mas, um antitérmico, desses que você tem na sua casa e qualquer pessoa pode comprar sem receita numa farmácia também pode matar em casos raríssimos iguais ao meu.
Há 40 anos a ciência salvou-me a vida; no mínimo manteve o braço no meu corpo.
Agora, está salvando-me novamente.
Por isso comemoro: Viva a Ciência. Viva o SUS.
E em 31 de julho vou para a segunda dose.
Espero.
Mesmo que eu não esteja aqui amanhã, repito:
Viva a Ciência. Viva o SUS.

terça-feira, 27 de abril de 2021

Procuram-se "Realizadores de Mudanças"

Fui um dos convidados para compor o grupo de 19 palestrantes do TEDx Balneário Barra do Sul que acontece nos dias 14 e 15 de maio de 2021 das 19h às 22h.
Lancei-me ao desafio de contar, em 15 minutos, um pouco da minha trajetória voluntariosa e ambientalista.
Durante a apresentação farei algumas revelações sobre mim e o Ecossistema Babitonga, que pouquíssimas pessoas têm acesso.
Para acompanhar as palestras basta fazer a sua inscrição (gratuita) neste link que o seu ingresso será enviado por e-mail!
Espero você!

Palestra
Procuram-se “Realizadores de Mudanças”
Falar com Altamir Andrade

Sinopse
Um dos mais belos patrimônios naturais do País está sob ameaça.
Fauna e flora terrestre e aquática estão sob risco de extinção.
Belezas naturais de imensurável valor e que contribuem com a vida no Planeta estão ameaçadas.
Centenas de famílias que sobrevivem de milenar profissão vêm perdendo suas únicas fontes de renda, de sobrevivência.
O frágil ecossistema está para sofrer uma enorme intervenção cumulativa de empreendimentos, o que poderá ser fatal.
Ambientalista, que vem sofrendo atentados e perseguições judiciais, tem dedicado sua vida para a conscientização da proteção deste paraíso.
Agora, ele está à procura de “Realizadores de Mudanças” para uma ação que pode salvar este patrimônio natural para a posteridade.

Palestrante
O ambientalista Altamir Andrade é Signatário e Acelerador dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e sua apresentação está alinhada com o ODS 14 – Vida na água

Veja quem são os 19 palestrantes do TEDx Balneário Barra do Sul.


Um pouco mais da minha atuação como signatárrio dos ODS e ativista socioambiental:

A maldade também se renova
Areias Mortais, uma catástrofe ambiental se encaminha
O desastre da Tupy não Vale?
Morte de Ambientalista. Aumentam suspeitas sobre Joinville
Ambientalista morto tem seu último pedido atendido
Denúncia de ambientalistas obriga Fatma a mudar procedimentos
Jornalismo continuado, denúncias têm desdobramentos
Sindicato analisa posicionamento em defesa de jornalista
Radialista alerta atitude perigosa da Tupy Fundições
Prossegue o embate sobre areias de fundição
Reação de gigante poluidor contra jornalista joinvilense
IVC denuncia prefeituras de Araquari e Balneário Barra do Sul
Defensoria Social e IVC denunciam prefeitura de Balneário Barra do Sul no MPF
IVC reage à graves violações
Loteamento com aterro de rejeitos é denunciado pela Defensoria Social
Minha casa, o fim da minha vida
"O GIGANTE acuado" já está na livraria
Acontecimentos inesperados, consequências de incalculáveis repercussões
Diálogos para um Brasil Sustentável
Livro de jornalista joinvilense é destaque em campanha nacional
Fui eleito Parceiro da Paz e Sustentabilidade
12/12/12, uma data enigmática
Defensoria Social escolhe Joinville

R$ 50 milhões de indenização
"Deus" tremendo filho da puta
IVC denuncia no MPF duplicação inadequada da Av. Santos Dumont
Joinville amplia seu "Muro de Berlim"
IVC e Defensoria Ambiental pedem embargo de obra da Rôgga em Joinville
Empreendimento da Rôgga em Joinville sofre resistência por supostos danos ambientais
Grupo empresarial Hera Sul tenta impedir minha liberdade de expressão
Sindicato manifesta apoio ao meu jornalismo investigativo
Empresas do PR são denunciadas por crimes ambientais e sonegação fiscal em SC
Governo catarinense é denunciado pela Defensoria Social e IVC
Imperdível, assustador, pois o veneno está à mesa
Barrancos, em Garuva (SC), terra-sem-lei
Uma arma à cabeça, um tiro. Jornalismo é profissão de risco

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Obras cinematográficas joinvilenses rodam festivais e "Licença Poética" conquista prêmio

Dois curtas metragens joinvilenses rodaram festivais durante os anos de 2019 e 2020. "Licença Poética" foi indicado para o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em abril de 2020, e conquistou o Prêmio da Crítica no 3º Curta Caiacó 2020, em junho.


Licença Poética foi exibido em nove festivais durante o período:
30º Festival Internacional de Curta Metragem de São Paulo – Kinoforum – Agosto/2019
19º Goiânia Mostra Curtas – Outubro/2019
5º Festival Curta Campos de Jordão – Setembro/2019
11º Festcine Votorantim – Novembro/2019
20º Retrospectiva do Cinema Brasileiro – CINESESC – Dezembro/2019
2º Festival Cine Solar – Niterói – Abril/2020
3º Curta Caiacó – Junho/2020
Mostra (em) Curtas – Agosto/2020
3º Festival de Cinema de Carpina/PE – Novembro/2020

ANAS rodou seis festivais:
Festival Internacional de Cinema Educatico – Setembro/2019
Curta São José dos Pinhais – Novembro/2019
Mostra (em) Curta – Agosto/2020
3º Mostra Curtas Mulheres no Cinema – Setembro/2020
Mostra de Curtas Metragens Catarinenses – Ocupação Itajaí Criativa – Dezembro/2020
2º Mostra Latina de Educação Ambiental – UFRGS – Setembro/2020

As duas obras foram produzidas pela Ipê Produções e financiadas com recursos públicos conquistados no edital do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) de Joinville, SC.

Tendo cumprido todas as etapas dos respectivos projetos, os dois curtas metragens estão acessíveis ao público.


Saiba mais sobre obras e eventos da Ipê Produções neste blog:

Ipê Produções conquista prêmio da Ancine para produção de longa-metragem

IVC comemora 11 anos com dois filmes produzidos em parceria com Ipê Produções

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

IVC destaca ODS na luta contra o racismo

Manifesto do Instituto Viva a Cidade (IVC) no Dia da Consciência Negra
O Instituto Viva a Cidade (IVC), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), signatário do Movimento Nacional dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), neste Dia Nacional da Consciência Negra, manifesta-se contra toda a forma de discriminação racial que tem se apresentado em Joinville, Santa Catarina, destacando um dos seus objetivos estatutários, o de "Promover estratégias de fortalecimento das garantias jurídicas, defesa dos direito e da diversidade cultural".
O IVC faz um chamamento à sociedade para os ODS:
16 - meta b - Promover e fazer cumprir leis e políticas não discriminatórias;
10 - meta 2 - Empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente de idade, sexo, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra;
5 - meta 1 - Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte.
O IVC conclama às autoridades competentes que cumpram com o objetivo de "Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sutentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis".

Joinville, SC, 20 de Novembro de 2020

Julium Schramm
Presidente Gestão 2020/2022

Assessoria de Comunicação do Instituto Viva a Cidade (IVC)
Bureau de Comunicação
Jornalista Altamir Andrade - DRT 003371 JPSC
contato@institutovivacidade.org.br

terça-feira, 7 de julho de 2020

Signatário Joinvilense é Acelerador dos ODS

Empresas que não se alinharem aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) deixarão de fazer sentido para a sociedade.
A afirmação, que vem se confirmando nos últimos anos, é de Laurence D. Flink, CEO do Fundo de Investimentos BlackRock, que administra sete trilhões de dólares de ativos mundo afora. Flink diz que em uma pesquisa recente da Deloitte, os trabalhadores millennials (também conhecidos como a geração Y, aqueles nascidos entre 1979 e 1995) foram consultados sobre qual deveria ser o propósito principal das empresas. Mais de 63% responderam que “melhorar a sociedade” é mais importante do que “gerar lucro”.
O CEO alerta que nos próximos anos, o mundo verá a maior transferência de riqueza da história: US$ 24 trilhões dos baby boomers (os nascidos entre a década de 1950 e 1960) para os millennials. "E os sentimentos das novas gerações influenciarão suas decisões não apenas como funcionários, mas também como investidores. Conforme essa riqueza muda de geração e as preferências de investimento também se transformam, questões ambientais, sociais e de governança serão cada vez mais significativas para as avaliações das empresas".
Signatário que sou dos ODS venho me especializando no tema e mais uma formação me qualifica como "Acelerador dos ODS".

Realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a formação aprimora habilidades para ajudar empresas, instituições e governos ao alinhamento para a Agenda 2030.
Os 17 ODS têm um conjunto de 169 metas que estão alinhadas à realidade brasileira nas Metas Nacionais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
Desenvolvimento Sustentável é “O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades. Significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.”
O conceito “desenvolvimento sustentável” ficou mais conhecido quando aconteceu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Rio 92. Todavia é preciso reconhecer que a expressão “desenvolvimento sustentável” ficou muito mais atrelada a questões ambientais, o que pode não ser inteiramente correto.
Para que o desenvolvimento sustentável seja alcançado entende-se que é crucial harmonizar três elementos centrais: crescimento econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente. OS ODS mesclam, de forma equilibrada essas três dimensões. São como uma lista de tarefas a serem cumpridas pelos governos, a sociedade civil, o setor privado e todos os cidadãos, na jornada coletiva para um 2030 sustentável.
É importante dizer que os ODS não são vinculantes, mas constituem uma poderosa ferramenta de planejamento a médio e longo prazo, que viabiliza o alinhamento nacional e subnacional de políticas sociais, ambientais e econômicas.

Destaco alguns pontos marcantes do curso:
√ Os ODS podem também oferecer um importante arcabouço para orientar políticas públicas. São globais por natureza e são universalmente aplicáveis, o que significa que se aplicam a todos os países do mundo. No entanto, a sua implementação dependerá da capacidade de torná-los realidade em países, regiões, estados e cidades, dependendo de suas capacidades, bem como dos seus níveis e prioridades de desenvolvimento.
Desta forma, o princípio da universalidade não pode ser confundido com uniformidade. Isso é coerente com algo que o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento sempre defendeu. Ou seja, não há uma fórmula única para a promoção do desenvolvimento humano. Quem tentar aplicar uma fórmula única de desenvolvimento para diferentes localidades, vai estar fadado ao fracasso.
O conceito “Localização” ou “Territorialização” é o processo de levar em consideração os contextos subnacionais na realização da agenda 2030, desde o estabelecimento de objetivos e metas locais até a determinação dos meios de implementação, bem como o uso de indicadores para medir e acompanhar o progresso, ou avaliar o seu sucesso. Portanto, localização ou territorialização refere-se tanto à forma como os governos regionais e locais podem apoiar a realização dos ODS por meio de ações “de baixo para cima”, quanto à forma como os ODS podem fornecer um arcabouço para uma política de desenvolvimento local.
√ No Brasil, hoje, a confiança, por exemplo, em mídia, segundo o barômetro de confiança da Edelman, mostra então, que a confiança em mídia hoje é 41%, confiança no governo, 28%, enquanto a confiança nas empresas é 57%, e a confiança no seu empregador é de 77%.
Então, o nível de interlocução das empresas com os seus colaboradores e a comunidade é muito direto e muito intenso.
√ O setor privado tem um papel muito relevante na implementação dos ODS, tem uma parte de responsabilidade, dada a influência e o poder que essas instituições têm.
√ Destaque-se também a questão da oportunidade, como mostram vários estudos. Como, por exemplo estudos da “Business Commissions”, que aponta a oportunidade muito grande de mercado na implementação da Agenda 2030. Esse estudo fala em aproximadamente 12 trilhões de dólares em oportunidades de mercado.
√ Os ODS oferecem uma janela de oportunidade para influenciar estratégias políticas em âmbito nacional, regional e local. Considerando que a Agenda 2030 encoraja que os países desenvolvam, assim que possível, respostas nacionais ambiciosas à implementação global desta agenda, nesse sentido esses podem ampliar instrumentos de planejamento existentes que permitam as organizações da sociedade civil influenciar o refinamento dessas estratégias de desenvolvimento.
√ Os ODS oferecem oportunidades para levantar novos fundos. Embora haja o risco de fragmentação dos recursos, onde novas fontes de financiamento se tornam disponíveis, as organizações que representam a sociedade civil podem ter mais oportunidades de conseguir recursos financeiros para ampliar a sua mobilização e colaboração na implementação dos ODS.
√ Os ODS requerem a participação de todos os atores e todas as pessoas, inclusive os representantes das populações mais vulneráveis da sociedade. Essa participação pode se dar na adaptação dos ODS ao contexto nacional, regional e local; na implementação, no monitoramento e na prestação de contas da Agenda 2030. Combinar a ação de pessoas em âmbito internacional, nacional e comunitário em um efeito cascata pode aumentar o alcance e multiplicar os resultados em todas as áreas dos objetivos.
√ Para incentivar a participação de brasileiros em atividades voluntárias, o Governo Federal e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD, criaram a Plataforma Nacional do Voluntariado -Viva Voluntário, no ar desde 28 de agosto de 2018.
Essa ferramenta foi concebida em formato de rede social para facilitar o encontro entre organizações que oferecem oportunidades de trabalho voluntário e pessoas interessadas em doar seu tempo.
A plataforma indica ainda como cada atividade contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS da Agenda 2030, como educação de qualidade, igualdade de gênero, saúde e bem-estar, e erradicação da pobreza.

Um pouco mais da minha atuação como signatárrio dos ODS e ativista socioambiental:

A maldade também se renova
Areias Mortais, uma catástrofe ambiental se encaminha
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"Deus" tremendo filho da puta
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Governo catarinense é denunciado pela Defensoria Social e IVC
Imperdível, assustador, pois o veneno está à mesa
Barrancos, em Garuva (SC), terra-sem-lei
Uma arma à cabeça, um tiro. Jornalismo é profissão de risco

Saiba mais sobre o IVC, Oscip signatário dos ODS e que atuo, desde a sua fundação, como voluntário:

Ambientalistas estimulam retorno de editais na Cia Águas de JoinvilleIVC atento à instalação do TGS da Golar Power na Baía Babitonga
Oscip ambientalista elege nova diretoria para a gestão 2018/2020
Movimento ODS da ONU tem novas lideranças em Santa Catarina
Mulheres agricultoras são foco do IVC
Unidade de Conservação é tema do Grupo Pró-Babitonga
Reunião de governança do Movimento Nós Podemos tem participação destacada do IVC
IVC integra Comitê Executivo do GPB que tenta reverter fechamento do Ibama em Joinville
A maldade também se renova
Com maiores notas de avaliação IVC conquista prêmios do Edital Simdec 2016
Cartas do IV ECEA e IX FBEA
Diário do Fórum Brasileiro de Educação Ambiental
IVC e COL agem em defesa da Baía Babitonga
SC sedia um dos maiores eventos de EA do País
Vilagaia recebe biólogo do IVC em atividade de Educação Ambiental
IVC comemora 9 anos com fogueira, jantar e nova identidade visual
IVC recebeu troféu Onda Verde
IVC conquista a mais importante premiação ambiental do sul do País
IVC apresenta prioridade de pauta para vereadores joinvilenses
IVC se integra ao Movimento ODS instituído pela ONU
IVC apóia criação do Parque Botânico de Joinville
Unidade de Conservação na iminência de loteamento
GTEA recomenda projeto do IVC ao governo catarinense
IVC compõe o CNEA (Cadastro Nacional de Entidades Ambientais)
Empresas podem fazer doações dedutíveis de IR para projetos ambientais
IVC apoia iniciativa do governo catarinense
IVC expõe na Semana Lixo Zero
IVC tem encontro com área de meio ambiente do Porto de São Francisco do Sul
Candidatos se posicionam sobre "bandeiras" do IVC
IVC e Univille iniciam estudo de parceria com foco na Ilha da Rita na Baía Babitonga
IVC quer posicionamento de candidatos que disputam segundo turno em Joinville, SC
IVC conquista reconhecimento de UPE (Utilidade Pública Estadual)
IVC lança novo sítio na internet em evento do governo catarinense
Engenheira ambiental assume presidência do IVC
Estudantes têm encontro com IVC às margens do rio Cachoeira
IVC se consolida com o pioneirismo no meio ambiente
IVC finaliza projeto e escola se torna referência
Escola modelo é 100% meio ambiente
Matéria oficial sobre o evento no sítio da Prefeitura
A primeira confraternização do IVC
Eco-Escola entra em operação na inauguração da Gibiteca
Diretoria IVC Gestão 2012/2014
Ambientalistas ajudam CEI economizar mais de 50% de água
Água da chuva nos banheiros
Exposição fotográfica circula em escolas
Eco-Escola joinvilense
Documentário "O rio que teima pela vida"
O rio que teima pela vida
Projeto ambiental conquista recursos públicos
Duas ONGs comprometidas com o rio Cachoeira
Inauguração na escola Hermann Müller

sexta-feira, 5 de junho de 2020

APA da Babitonga já!

A Baía Babitonga é um ecossistema afetado por atividades humanas de seis municípios da região nordeste de Santa Catarina sendo eles: Araquari, Balneário Barra do Sul, Garuva, Itapoá, Joinville e São Francisco do Sul.
Sendo um dos mais importantes estuários do Estado, contemplado com 206 ilhas, a região é rodeada por importantes remanescentes de Mata Atlântica e abriga cerca de 80% dos manguezais catarinenses, em torno de de 80 km2.
Ilhas centrais da Baía Babitonga que tem total de 206

Classificada como "Área Prioritária para a Conservação, Utilização Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade", a baía é habitat de espécies importantes para atividade pesqueira e ameaçadas de extinção, como o boto cinza (Sotalia guianensis), a toninha (Pontoporia blainvillei), os peixes mero (Epinephelus itajara) e garoupa (Epinephelus marginatus), a tartaruga-verde (Chelonia mydas) e o pássaro guará (Eudocimus ruber).
Neste ecossistema reproduzem-se 70% das espécies visadas pela pesca recreativa e comercial (artesanal e industrial).
Tartaruga capturada acidentalmente em pesquisa do IVC sobre pesca artesanal na Baía Babitonga e devolvida ao seu habitat após registro fotográfico

Tamanha é a relevância do ambiente que já existe proposta de criação de Unidade de Conservação de Uso Sustentável (APA) pelo ICMBio, abrangendo a lâmina d'água e os manguezais. Não sem razão, pois a valoração econômica de serviços ecossistêmicos da Babitonga é estupenda! O valor anual dos manguezais da Babitonga e da lâmina d’água, que conta com 210 km2, seria de mais de 5 bilhões de reais/ano.
Além dos portos de São Francisco do Sul, Itapoá e o Terminal da Transpetro, outros 15 (quinze) empreendimentos estão sendo licenciados ou com pedidos de licenciamento em análise por órgãos competentes, o que totaliza 18 (dezoito).
Mais de 1500 pessoas vivem da pesca artesanal na Baía Babitonga.
Atividade milenar cada vez mais ameaçada pelos grandes empreendimentos na baía

Em abril deste 2020, por exemplo, o Terminal Marítimo Mar Azul recebeu do Ibama as licenças ambientais de instalação. Trata-se do Terminal de Uso Privativo (TUP) da Cia de Navegação Norsul que movimentará cargas de produtos siderúrgicos. Para isso, a construção de um píer de atracação está prevista em área de APP na Laranjeiras, em São Francisco do Sul.
Para a execução da obra serão realizadas ainda dragagens para aprofundamento de canal de navegação e derrocamentos de lajes. Pescadores, que por décadas sustentam suas famílias em várias gerações, temem pela extinção de habitats naturais de pescados com estas obras e impedimentos futuros da atividade pesqueira.
Também já está em parte licenciado o Terminal de Gás Sul (TGS) da Golar Power, unidade de armazenamento e regaseificação flutuante, que vai receber e armazenar gás natural liquefeito (GNL) de navios e será transportado por gasoduto submarino ainda a ser instalado na Baía Babitonga. Gasoduto esse que vai aflorar no Pontal, município de Itapoá.
Diretor da Golar Power, Edson Real, apresenta o projeto do TGS para diretoria da Oscip IVC

É sabidamente frágil o ecossistema da Babitonga por ser uma área tão pequena e diretamente afetada por tantas atividades humanas. Para piorar isso, os órgãos licenciadores não consideram os impactos cumulativos de cada uma das atividades já instaladas nem das que estão sendo licenciadas.
Mangues continuam sendo invadidos por indústrias e construções de casas

Assim como numa garrafa de cerveja cabem somente 600 ml do “precioso” líquido é óbvio, até para um leigo, que deva haver um limite na instalação de empreendimentos na Baía Babitonga. É esse limite que se deve mensurar para a prática de um desenvolvimento sustentável, que não está sendo priorizado.
A enorme degradação ambiental do ecossistema já é assustadora quando se considera, por exemplo, apenas o fechamento do Canal do Linguado, em 1935.
Canal do Linguado está completamente assoreado por conta do represamento de sedimentos no dique da BR 280. Nas marés baixas a navegação é totalmente inviabilizada

Desde então, esse patrimônio natural da humanidade, pois o são todos os estuários, vem sofrendo uma degradação ambiental catastrófica, mas que a maioria dos governantes de todos os níveis da federação preferem ignorar ou fazer vista grossa.
Para essa área da Babitonga, a Câmara Técnica do Canal do Linguado (CTCL) do Grupo Pró-Babitonga (GPB) avalia, com pesquisadores e especialistas, a viabilidade ambiental, ou não, da reabertura do Canal do Linguado.
O GPB é um colegiado que reúne voluntários dos segmentos socioambiental, público e socioeconômico num amplo processo de gestão ambiental participativa do Ecossistema Babitonga.
Reunião plenária do GPB no auditório do Ministério Público Federal (MPF) Joinville

Uma incógnita que deve ser respondida com os estudos da CTCL diz respeito à composição dos sedimentos represados pelo dique do aterro, se ele está contaminado e quais são esses elementos contaminantes.
Aqui há uma corrida contra o tempo considerando que a BR 280 está com obras de duplicação em andamento e o DNIT já cogitou que o aterro do canal pode ser ampliado.
Portanto, faz-se urgente o uso sustentável da baía.
Como ambientalista, signatário do Movimento Nacional dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 200 da ONU, associado do Instituto Viva a Cidade (IVC) e usuário há mais de 40 anos desse ecossistema, não tenho dúvidas; é preciso a criação da Unidade de Conservação APA da Babitonga Já!


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