Mostrando postagens com marcador CGFSPAvSC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CGFSPAvSC. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de março de 2026

Infância em Desalento: o espetáculo que não nos deixa sair iguais

A noite de 26 de março de 2026 guardou em si um brilho raro — desses que não se explicam, apenas se sentem. Foi especial, para mim, por dois encontros: o primeiro, com o CEU Aventureiro, único cine teatro público de Joinville; o segundo, mais íntimo, quase silencioso, com a exibição de “Infância em Desalento”.

Cine teatro do CEU Aventureiro lotado para assistir “Infância em Desalento”
Foto de Juan Diego

#PraTodosVerem: Foto de uma sala de palestra cheia. Várias pessoas, homens e mulheres de diferentes idades e estilos, estão sentadas em cadeiras organizadas em fileiras, voltadas para a frente, assistindo com atenção. Algumas fazem anotações, outras estão com expressão concentrada. O ambiente tem paredes escuras e iluminação artificial. Ao fundo, há uma janela interna onde mais pessoas observam a atividade.

Inaugurado em março de 2015, o CEU Aventureiro — Centro de Artes e Esportes Unificados — é mais do que um espaço físico: é território de encontros, de pertencimento, de possibilidades. Ali, no bairro Aventureiro, à rua Rua Theonesto Westrupp, 627, pulsa um projeto que une cultura, esporte e cuidado social como quem tece, fio a fio, uma rede de dignidade.  E naquela noite, o cine teatro transbordava. Não apenas de pessoas, mas de expectativa. Era como se cada cadeira ocupada carregasse uma história pronta para dialogar com a tela. E foi ali, entre silêncios atentos e respirações suspensas, que o documentário “Infância em Desalento” encontrou seu primeiro voo. Ao final, ficou em mim — e imagino que em tantos outros — o desejo de que essa obra atravesse fronteiras, ecoe em festivais, encontre novos olhares e continue despertando consciências.

A sinopse anuncia uma travessia profunda pela realidade da depressão infantil, mas o filme vai além das palavras. Ele não apenas explica — ele revela. Ao entrelaçar informação e emoção, constrói uma narrativa que acolhe e inquieta ao mesmo tempo. É um chamado. Um alerta. Um sussurro que insiste em não ser ignorado: há dores que crescem cedo demais.

Ao caminhar entre o documentário e a ficção, a obra habita um território essencialmente humano — aquele em que sentir é tão importante quanto compreender. O real ancora, dá peso, dá rosto. A ficção, por sua vez, sopra delicadeza sobre o indizível, preenchendo os vazios onde a linguagem não alcança. E nesse encontro, nasce algo raro: empatia verdadeira. Há cenas que não se assistem — atravessam. Como a de Clarice Steil com as crianças diante da perda de uma colega. Ali, o tempo parece suspenso. A dor, quase palpável. É um instante que dilacera, mas também humaniza, lembrando que o luto, mesmo tão jovem, já sabe o caminho do coração.

Cena com Clarice Steil, que personifica essa fusão do real com a ficção por ser atriz e terapeuta
Foto de Stephano Kuchiminski

#PraTodosVerem: Foto de uma sala de aula sendo usada como cenário de gravação. No centro, uma mulher sentada em uma cadeira conversa com um grupo de adolescentes, que estão sentados em círculo, vestindo camisetas brancas. À esquerda, um homem segura um microfone com boom, e há equipamentos de iluminação posicionados ao redor. Ao fundo, a sala tem quadro branco, ventiladores no teto e desenhos grandes de células e organismos nas paredes. O ambiente é claro e organizado, com clima de atividade educativa e audiovisual.

“Infância em Desalento” é também um gesto coletivo de Joinville. Feito por mãos locais, por vozes que conhecem o chão que pisam, o filme reafirma o potencial cinematográfico da cidade — ainda à espera do reconhecimento e do investimento que merece. Como membro do Comitê Gestor do Fórum Setorial Permanente do Audiovisual de Santa Catarina (CG FSPAv SC), reconheço: em Joinville há talento. Há urgência. Há muitas histórias a serem contadas. 

O elenco de “Infância em Desalento”, composto por profissionais da saúde e atores de diferentes trajetórias, cria uma presença cênica singular. Muitos não interpretam apenas — vivem fragmentos de si nas personagens. Essa fusão entre persona e personagem dá à obra uma verdade difícil de reproduzir, uma autenticidade que toca sem pedir licença. E então, como uma corrente invisível que conecta tudo, surgem os temas que nos atravessam: a pandemia, o excesso de telas, o isolamento disfarçado de conexão, as redes sociais que aproximam e, paradoxalmente, afastam. Pequenas ausências que, somadas, constroem grandes vazios.

O filme de Ebner Gonçalves precisa caminhar. Precisa ganhar estrada, alcançar olhares, abrir diálogos. Precisa percorrer o Brasil — país com a maior prevalência de depressão na América Latina — e tocar, com delicadeza e urgência, cada lugar onde essa dor ainda se esconde no silêncio. Porque há histórias que não podem ficar paradas. E há filmes que não foram feitos apenas para serem vistos — mas para serem sentidos, lembrados e, sobretudo, transformadores.

“Infância em Desalento” também sussurra — ou talvez grite, em silêncio — a antiga pergunta: a arte deve ter utilidade?

Há séculos essa questão atravessa o pensamento estético como um rio bifurcado, dividindo-se em duas correntes que ora se chocam, ora se entrelaçam. De um lado, a arte que serve: que ilumina, inquieta, denuncia, educa, desloca o olhar e, por vezes, move o mundo. De outro, a arte que simplesmente é: que não se explica, não se justifica, apenas pulsa — feita de sensação, de presença, de beleza que não pede licença para existir. Foi essa vertigem que Oscar Wilde capturou ao dizer que toda arte é completamente inútil — não por falta, mas por excesso de sentido. E, no entanto, sob a direção de Ebner Gonçalves, essas duas correntes deixam de disputar espaço e passam a dançar juntas.

Infância em Desalento” já nasce ferida — e é justamente dessa ferida que brota sua força. O título carrega em si um abismo: de um lado, a infância como promessa de leveza, descoberta, começo; do outro, o desalento como peso, cansaço da alma, horizonte que se apaga antes mesmo de se formar. Não há conciliação fácil nesse encontro — há fricção, há exposição.
A obra não se oferece como ornamento. Ela não quer ser apenas bela — quer ser necessária. Denuncia, incomoda, convoca. O desalento que atravessa a cena deixa de ser individual e se expande, tornando-se coletivo, estrutural, quase inevitável. Nesse gesto, ecoa a pulsação crítica de Bertolt Brecht, para quem o teatro não deveria embalar, mas despertar.

E ainda assim — ou justamente por isso — há algo que escapa a qualquer função. Um resto indomável, um silêncio que não se traduz em ação, mas em sensação. A experiência estética em sua forma mais crua: aquilo que nos atravessa sem pedir permissão, sem oferecer respostas, sem prometer utilidade. Infância em Desalento não busca o aplauso fácil. Prefere o peso do silêncio que vem depois, o desconforto que se instala, a reflexão que amadurece tarde, talvez dias depois, talvez nunca por completo.

Aplausos, de pé, a todos os envolvidos nesse processo artístico:

Entrevistados
Ana Karina Britto - Psicóloga
Bianca Lima Cerejo - Enfermeira
Bruno Maçaneiro - Médico psiquiatra
Carla de Shipper - Psicóloga
Caroline Vicente - Psicóloga
Gilda Balsini - Psicóloga
Marilene - Wittitz - Psicóloga
Elenco
Luciana Bauck - Dona Maria
Juciara Nascimento - Diretora Lúcia
Dê Déco - Faxineira Maria
Adriano Fagundes - Professor Pedro
Clarice Steil - Psicóloga Clarice
Leonardo Razzo - Dr. Paulo
Virgini Neumann - Psicóloga Ana
Pedro de Almeida - Aluno João
Louise da Silva Mendes - Aluna Beatriz
Equipe Técnica
Ebner Gonçalves - Diretor e produção executiva
Rodrigo Peller - Direção de fotografia
Diego Nascimento - Direção de imagem/editor
Everton Dias - Diretor de produção e assistente de imprensa
Otávio Maciel - Direção de arte/figurino e maquiagem
Stephano Kuchiminski - Assistente de direção
Rachel de Carvalho - Roteiro e pesquisa
Claudio Ferrari - Som direto
Márcio Porto - Elétrica e iluminação
Rivelino Cavalheiro Rodrigues - Assistente de produção e motorista
Scheila Alexsandra - Assistente de arte
Evelyse Gonçalves - Assistente de maquiagem e figurino
Luan Franco - Assistente de câmera
Guto Strohmeyer - Maquinária
Amanda Dothy - Making off
Jéssica Ribeiro - Controller
Rafael Fernando Ribeiro - Controller/apoio
Figurantes
Júlia Silvestre Trabasso
Luiza Sinestri Junkes
Mateus Estevam Albano
Tomás Silvestre Trabasso

Agende-se para assistir, no SESC Joinville, dia 02 de abril de 2026, às 19h30.

SINOPSE
"Infância em Desalento" é uma narrativa profunda que explora os desafios e a realidade da depressão infantil. Este documentário, entrelaça habilmente elementos dramáticos com informações educativas, lança um olhar compassivo e profundo sobre a depressão infantil. Ele não apenas promove o diálogo e a compreensão sobre este assunto vital, mas também soa o alarme sobre a urgência de abordarmos este "Mal do Século", que agora afeta cada vez mais crianças em tenras idades. Através de sua narrativa envolvente, o projeto visa sensibilizar a sociedade e fomentar ações concretas em prol da saúde mental infantil, destacando a importância do suporte familiar e da intervenção precoce para uma infância mais saudável e esperançosa.

Saiba mais sobre arte e cultura neste blog:

Quando a velocidade substitui o mérito: um risco para a política cultural catarinense
Alerta: Simdec de Joinville está sob ameaça pelo novo sistema tributário
Audiovisual consolida-se como motor econômico, tecnológico e cultural de SC
Alerta aos agentes culturais de Joinville
Prêmio por trajetória cultural
Ecossistema Babitonga: Retratos do Estuário
Impugnação de edital Simdec 2023
Milagre de Natal
Festivais de cinema é o destino de Maré de ConflitosMaré de Conflitos
Obras cinematográficas de Joinville rodam festivais
IVC comemora onze anos com dois filmes produzidos pela Ipê
Ipê Produções conquista prêmio da Ancine para a produção de longa metragem
Mulheres agricultoras são tema de filme
Com maiores notas de avaliação IVC conquista edital Simdec
COL e Ajidevi são parceiros em projeto cultural
O dia seguinte com Chico César e Zé Celso no Teatro Oficina
No Dia do Rio COL encerra projeto cultural
Um filme incendiário
Bikes x Cars tem exibição em Joinville
O marinheiro já navega na internet
Bicicletas X Carros
O marinheiro do Rio Cachoeira
Público já pode acessar vídeo pela internet
Se ligue no esgoto conquista edital da Companhia Águas de Joinville
Di Dá Dó no Fórum Mundial da Bicicleta
O Gigante Acuado já está na Livraria
Exposição fotográfica circula em escolas
Documentário O Rio que Teima pela Vida
Sótão encerra temporada
Fantásticas histórias sobrenaturais retornam ao SESC Joinville
Ícones da bruxa do Sótão
Dois dos bastidores do Sótão
Tateando ao redor do Sótão
Sótão retorna em março no aniversário de Joinville
Seleção de fotos de Sótão para imprensa
Bruxas e lobisomens na lente de Pena Filho
Folder de Sótão
Sótão estreia no SESC Joinville
Ex traficante agora é astro de cinema
5X Favela é o grande campeão de festival
Zuenir Ventura debate no Festival de Paulínia
Festival de Cinema 2010
Teatro no Bar
Lobisomem do Sótão
Carlos Franzói no Sótão
Sótão premiado
Premiados do II Festival Paulínia de Cinema



sábado, 14 de março de 2026

Quando a velocidade substitui o mérito: um risco para a política cultural catarinense

A decisão anunciada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) de alterar o critério de seleção do Programa de Incentivo à Cultura de Santa Catarina (PIC) gera preocupação entre profissionais e entidades do setor cultural do estado. Segundo informações divulgadas pela instituição, diante do elevado número de projetos inscritos em 2025 — cerca de 650 propostas que somaram aproximadamente R$ 395 milhões em recursos e ultrapassaram significativamente o limite de R$ 75 milhões disponíveis — a proposta seria adotar como critério principal a ordem de inscrição dos projetos, encerrando o processo assim que o teto de recursos for atingido.
O anúncio foi feito pela presidenta da FCC, Maria Teresinha Debatin, na abertura da 10ª Conferência  Municipal de Cultura (CMC) de Joinville que aconteceu no Teatro do Museu da Dança de Joinville, na noite de 13 de março de 2026. Para representantes do setor cultural, a medida pode trazer impactos relevantes para a política pública de incentivo à cultura em Santa Catarina.

O evento em Joinivlle reuniu dezenas de agentes culturais nos dias 13 e 14 de março de 2026

#PraTodosVerem: Foto de um auditório durante uma apresentação. No palco, duas mulheres estão em pé: uma delas (Laís) fala ao microfone e a outra faz interpretação em Libras. Ao fundo, um grande telão roxo projeta o título “O Inédito Viável” e uma frase atribuída a Paulo Freire: “O inédito viável é a ação transformadora que atua sobre o que parece impossível.” Abaixo, um texto fala sobre a construção participativa de um plano de cultura para Joinville. Na parte inferior da imagem, aparece o público sentado, visto de costas, assistindo à apresentação. O ambiente é iluminado por luzes de palco e transmite clima de conferência ou evento cultural.

Como membro do Comitê Gestor do Fórum Setorial Permanente do Audiovisual de Santa Catarina (CG-FSPAv-SC), vejo com preocupação a alteração da lógica tradicional dos programas de incentivo cultural, que historicamente se baseiam na avaliação de mérito técnico e impacto cultural das propostas. A cultura não pode ser tratada como uma corrida de velocidade. Programas de incentivo existem para avaliar a qualidade, a relevância e o alcance cultural dos projetos. Quando o principal critério passa a ser apenas quem se inscreve primeiro, corre-se o risco de deixar de fora iniciativas importantes para o desenvolvimento cultural do estado.
Outro ponto levantado por representantes do setor é que o novo modelo pode favorecer produtores com maior estrutura técnica e administrativa, enquanto artistas independentes e iniciativas de regiões com menor infraestrutura cultural podem enfrentar mais dificuldades para competir na chamada “corrida de inscrições”. Alto número de projetos apresentados ao programa demonstra a vitalidade e o crescimento do setor cultural catarinense, o que reforça a importância de mecanismos de seleção que garantam diversidade, qualidade e transparência na aplicação dos recursos públicos.
Diante desse cenário, defendo que o debate sobre os critérios de seleção do programa seja ampliado, buscando soluções que conciliem eficiência administrativa com avaliação técnica e promoção da diversidade cultural. O grande número de projetos inscritos não deve ser visto apenas como um problema administrativo, mas como um sinal claro da força criativa da cultura catarinense. Esse é um momento importante para fortalecer, e não enfraquecer, os mecanismos de avaliação e incentivo à produção cultural no estado. 
É preciso repensar a decisão, pois há algo de profundamente humano no tempo da cultura. A cultura não nasce da pressa. Ela nasce do encontro, da escuta, da maturação silenciosa das ideias. Nasce do tempo necessário para que uma história encontre sua forma, para que um artista descubra sua voz, para que um projeto se transforme em experiência compartilhada.
Por isso causa inquietação. Não se trata de quem chega antes, mas de quem tem algo a dizer ao seu tempo. Ao transformar um processo de avaliação cultural em uma disputa pela velocidade da inscrição, corremos o risco de inverter o sentido da política pública. Em vez de perguntar quais projetos melhor dialogam com a sociedade catarinense, quais ampliam nossa diversidade estética, quais fortalecem nossas identidades culturais, passamos a perguntar apenas: quem conseguiu apertar o botão primeiro?
É como se abríssemos as portas de uma biblioteca e disséssemos que os livros mais importantes serão aqueles colocados primeiro na estante. Sabemos que não é assim que a cultura funciona.
A pressa, nesse caso, pode produzir uma injustiça silenciosa. Produtores com equipes estruturadas, consultorias e domínio dos mecanismos burocráticos terão naturalmente mais condições de correr essa corrida digital. Já artistas independentes, coletivos emergentes, criadores das pequenas cidades ou das margens culturais do estado podem sequer chegar à linha de partida.
E assim, sem perceber, o que deveria ser uma política pública de incentivo pode se transformar em um mecanismo de exclusão. A ironia é que o próprio problema que levou a essa decisão revela algo extraordinário: a vitalidade da cultura catarinense. Centenas de projetos inscritos não representam um excesso; representam uma potência criativa que pede escuta, cuidado e visão pública.
Quando tantos artistas, produtores e coletivos se mobilizam para apresentar suas ideias, o que está diante de nós não é um problema administrativo. É um sinal de que a cultura pulsa. E quando a cultura pulsa, o papel do Estado não deveria ser acelerar o relógio, mas criar condições para que essa diversidade possa florescer com justiça e qualidade.
A política cultural, afinal, é uma arte delicada. Ela precisa equilibrar eficiência e sensibilidade, gestão pública e imaginação coletiva. Não basta distribuir recursos; é preciso reconhecer aquilo que, no meio de tantos projetos, tem capacidade de transformar nossa experiência cultural.
A cultura pede tempo. Tempo para avaliar, para escutar, para escolher com responsabilidade aquilo que queremos incentivar como expressão do nosso tempo. Santa Catarina construiu, ao longo das últimas décadas, uma trajetória importante de diálogo entre poder público e setor cultural. Esse patrimônio institucional não pode ser substituído pela lógica da pressa. Porque, no fundo, toda política cultural carrega uma pergunta silenciosa: que tipo de cultura queremos cultivar?
Se a resposta for apenas a velocidade, talvez estejamos perdendo de vista aquilo que torna a cultura essencial. A cultura não corre. A cultura permanece.

Saiba mais sobre cultura nesse blog:

Alerta: Simdec de Joinville está sob ameaça pelo novo sistema tributário
Audiovisual consolida-se como motor econômico, tecnológico e cultural de SC
Alerta aos agentes culturais de Joinville
Prêmio por trajetória cultural
Ecossistema Babitonga: Retratos do Estuário
Impugnação de edital Simdec 2023
Milagre de Natal
Festivais de cinema é o destino de Maré de ConflitosMaré de Conflitos
Obras cinematográficas de Joinville rodam festivais
IVC comemora onze anos com dois filmes produzidos pela Ipê
Ipê Produções conquista prêmio da Ancine para a produção de longa metragem
Mulheres agricultoras são tema de filme
Com maiores notas de avaliação IVC conquista edital Simdec
COL e Ajidevi são parceiros em projeto cultural
O dia seguinte com Chico César e Zé Celso no Teatro Oficina
No Dia do Rio COL encerra projeto cultural
Um filme incendiário
Bikes x Cars tem exibição em Joinville
O marinheiro já navega na internet
Bicicletas X Carros
O marinheiro do Rio Cachoeira
Público já pode acessar vídeo pela internet
Se ligue no esgoto conquista edital da Companhia Águas de Joinville
Di Dá Dó no Fórum Mundial da Bicicleta
O Gigante Acuado já está na Livraria
Exposição fotográfica circula em escolas
Documentário O Rio que Teima pela Vida
Sótão encerra temporada
Fantásticas histórias sobrenaturais retornam ao SESC Joinville
Ícones da bruxa do Sótão
Dois dos bastidores do Sótão
Tateando ao redor do Sótão
Sótão retorna em março no aniversário de Joinville
Seleção de fotos de Sótão para imprensa
Bruxas e lobisomens na lente de Pena Filho
Folder de Sótão
Sótão estreia no SESC Joinville
Ex traficante agora é astro de cinema
5X Favela é o grande campeão de festival
Zuenir Ventura debate no Festival de Paulínia
Festival de Cinema 2010
Teatro no Bar
Lobisomem do Sótão
Carlos Franzói no Sótão
Sótão premiado
Premiados do II Festival Paulínia de Cinema