sábado, 19 de dezembro de 2015

Na SEMA sobram recursos. Faltou gestão?

Seis dias antes da publicação oficial de cinco editais públicos, denúncia de “cartas marcadas” me foi apresentada.
Confira os fatos e veja o resultado no fim do texto abaixo.


O meio ambiente de Joinville acumula recursos. Já soma mais de vinte e cinco milhões de reais disponíveis no SISMMAM-Sistema Municipal de Meio Ambiente, como se pode conferir na Resolução 002/2015 do Comdema. A gestão Udo Döhler foi acumulando essa grana que poderia ter sido aplicada na promoção da educação ambiental na sociedade e na rede de ensino público e privado do município, por exemplo, como determina a Lei 5.712 de 19 de dezembro de 2006.
Mas, passados os três primeiros anos desta gestão e nenhum edital público fora lançado pelo setor. Aliás, foi sim! Às pressas e atropelado, pela primeira vez a sociedade pôde conferir, há poucos dias, o que vinha reivindicando desde 2013.
Contudo, o cumprimento das exigências e prazos dos editais publicados não eram para qualquer um! Talvez, para alguns, previamente “escolhidos”.

Senão, vejamos:
1- No dia 25 de novembro de 2015, às 18h, foi publicado, às páginas 101 a 104, no Diário Oficial Eletrônico o “Extrato SEI no 0195733; 0195765; 0195853; 0195863 e 0195872/2015-SAP.UPL.ACM”. Tratam-se dos “Extrato de edital de chamada pública-seleção de organização social para parceria-fundo municipal do meio ambiente”.
2- No dia 26 de novembro de 2015, alguns veículos de comunicação divulgaram notas, principalmente por conta dos relises oficiais da Prefeitura, sobre o referido edital.
3- No dia 27 de novembro de 2015 mais alguns veículos da mídia impressa noticiaram o fato e as redes sociais deram destaque ao mesmo. Foi durante este dia, sexta-feira, que algumas ONGs e Oscips, a exemplo do IVC-Instituto Viva Cidade, tiveram conhecimento do edital, puderam reunir parte de suas diretorias e decidir que buscariam mais informações para avaliar viabilidade de participação. Mas, aí já era sexta-feira...
4- No dia 30 de novembro de 2015, algumas entidades decidiram se lançar ao desafio de produzir projetos e viabilizar documentos exigidos pelo edital. Um desafio com mínimas chances de a grande maioria conseguir, pois o prazo final para entrega dos projetos com toda a documentação era às 14h do dia 09 de dezembro de 2015. Isso quer dizer que havia apenas oito dias úteis para se habilitar. 

Como se confere no exposto acima, os editais são prioritariamente excludentes, sendo que deveriam ser o contrário. Uma denúncia que me chegara no dia 20 de novembro, de que editais seriam lançados pela SEMA com “cartas marcadas”, começava a ganhar credibilidade. Afinal, se alguma entidade não tivesse conhecimento do mesmo e de todas as suas exigências antecipadamente, dificilmente conseguiria produzir um projeto tão complexo e com enorme lista de documentos exigidos por estes editais. 
 
Solícito, o ex-secretário Juarez Tirelli, alterou sua concorrida e ocupada agenda da sexta-feira de manhã (27 de novembro de 2015) e me recebeu para falar sobre o caso. Há que se registrar. Tirelli sempre, na sua gestão, atendeu todos os meus pedidos de entrevistas e nunca me deixou sem respostas. Pude, por conta disso, algumas vezes abortar denúncias vazias, infundadas e até criminosas de alguns que, se não pratico um jornalismo investigativo e comprometido com a ética, poderia ter noticiado acusações falsas contra sua administração junto à Fundema, depois SEMA.

Sobre editais, Tirelli me relatou que sua presença na secretaria tinha prioridades como a extinção da Fundema e criação da SEMA. Que esta mudança implicaria em complicadores para abrir editais e que no seu planejamento, depois da SEMA consolidada, os editais seriam lançados no início do próximo ano, 2016.
Mas, em novembro foram “pegos de surpresa” por uma orientação da Secretaria de Administração de que a Prefeitura estaria impedida de abrir os editais em 2016 por tratar-se de ano eleitoral. Para poder lançá-los e cumprir essa nova determinação as datas foram definidas de trás para frente no calendário de fim de ano com encerramento das atividades no dia 18 de dezembro.
Tanto Tirelli quanto sua equipe reconheceram o atropelo imposto pelos prazos que se obrigaram a cumprir e também pelo não completo domínio dos próprios editais.
Cumprindo todos os ritos legais com a participação do Comdema no processo e muitas horas de trabalho pós-expediente, sábados e domingos os editais foram publicados como relatado no início deste texto.
“Preferíamos publicá-los no início de 2016 para dar mais tempo à todos, tanto para nossa equipe quanto para os interessados em disputá-los. Mas, tivemos que cumprir a determinação da Secretaria de Administração”, ponderou-me o ex-secretário.
Sim. Porque Tirelli, no meio do processo do edital, pediu exoneração. “Fiquei dois anos. Cumpri com o que me comprometi com o prefeito. Dois anos é, para mim, o tempo ideal de trabalho numa atividade pública como essa”, simplificou assim a sua saída da SEMA, bem no meio do processo dos editais que disponibilizariam mais de R$ 25 milhões.
Quando conversamos no dia 27, disse a ele que socializaria as informações que me dera sobre dúvidas do edital à diretoria do IVC-Instituto Viva Cidade, entidade que atuo voluntariosamente como assessor de imprensa.
Feito isso, a Oscip, apesar de há oito anos disputar e conquistar editais públicos, decidiu produzir projeto e lançar-se ao desafio de viabilizar toda a documentação num prazo de apenas oito dias úteis.
Para tanto, contou com o apoio incondicional da equipe da SEMA que era visitada quase diariamente para tirar dúvidas de exigências pouco claras dos editais. Três grandes e aparentemente intransponíveis obstáculos se apresentaram: 1- Conquistar UPM-Utilidade Pública Municipal; 2- Alvará Sanitário e 3- Abrir conta corrente no BB ou na CAIXA, específica para o edital. Situações completamente novas, pela primeira vez presentes num edital que o IVC tivera contato.
 
 
1- A conquista da UPM só foi possível por conta do apoio dos vereadores envolvidos no processo e da equipe de funcionários do legislativo joinvilense. Em apenas oito dias o Projeto de Lei foi apresentado pelo vereador Rodrigo Fachini e, cada passo acompanhado pelo presidente do IVC, João Carlos Farias, até que finalmente, no dia 08 de dezembro, no período da manhã, também no executivo, todos os envolvidos no processo foram solícitos, destacando-se a iniciativa do próprio prefeito Udo Döhler que declinou do cerimonial de entrega do Certificado de UPM, como é praxe, para atender o prazo de urgência que expirava naquele dia.
Normalmente o processo de conquista de UPM leva semanas, quando não, meses.
2- Da mesma forma, o setor de Vigilância Sanitária cumpriu seu rito legal concedendo a referida isenção como prevê legislação específica. Normalmente o processo leva algumas semanas. Sim, porque não bastaria uma declaração dos dirigentes afirmando que o IVC é dispensado de alvará, como prevê lei específica.
3- A CAIXA, também, num prazo recorde abriu a referida conta bancária. Normalmente o processo leva algumas semanas. Tentamos no Banco do Brasil, não conseguiríamos atender as exigências no prazo. Em todos os editais locais, estaduais e federais que o IVC disputou, a abertura de conta só se dá após o resultado. Uma exigência inusitada destes editais da SEMA.


Secretário de Educação de Joinville, Roque Antônio Mattei (à mesa), recebeu, 
com sua equipe do Núcleo de Educação Ambiental, o vice-presidente do IVC, Adilson Lopes da Silva,
e o parceiro do Instituto Lixo Zero, Gustavo Ritzmann, para firmar parceria ao projeto que disputou edital da SEMA

Apesar de tanto esforço com apoios documentais do Instituto Lixo Zero, Secretaria da Educação e Cia Águas de Joinville, parceiros do projeto que o IVC formulara para disputar o edital 004/2015, a entidade foi reprovada na primeira análise (documental). A principal razão foi não ter apresentado a cópia do comprovante de residência dos diretores da Oscip “autenticada”.
Decidiu, a diretoria, não contestar a decisão desclassificatória da SEMA, apesar de um dos editais ter sido facilmente impugnado por empresa de São Paulo, como se pode conferir no fim desta matéria.
A forma como está descrito no edital permite interpretar que não há exigência de autenticação na referida cópia (Resolução 003/2015 Comdema). O item 11.4.X diz que poderão credenciar-se os interessados que apresentarem os seguintes documentos no envelope: “cópia autenticada do Registro Geral – RG e do Cadastro de Pessoas Físicas – CPF dos dirigentes da entidade e comprovante de residência (atualizado)”.
Como está descrito, entende-se que o comprovante de residência não precisa ser autenticado, mas atualizado. E foi o que apresentamos, pois toda produção do edital estava custando caro para a Oscip que junta recursos de mensalidades de apenas cinco reais dos seus associados. E não desperdiçar esses recursos é regra, desde a sua fundação.
Em todos os outros editais que o IVC já disputou esse documento nunca teve exigência de ser cópia autenticada. E sua relevância é tão pequena em relação aos demais documentos que bastaria conferir pela internet a autenticidade ou pedir, a posteriori, o original. Mas, o IVC foi desclassificado por isso.
Se o texto fosse “cópia autenticada do Registro Geral – RG, do Cadastro de Pessoas Físicas – CPF dos dirigentes da entidade e do comprovante de residência (atualizado)” não teríamos dúvidas de que este também deveria ser autenticado.
Dois outros documentos também não estariam “de acordo” com o edital, mas “não foram decisivos na desclassificação”, segundo os técnicos da SEMA.

Como se pode conferir, uma entidade como o IVC, consolidada no profissionalismo para a prática do voluntariado ambiental, foi eliminada nesta disputa por um motivo que não valoriza a “razoabilidade”, disse outro especialista em selecionar e julgar projetos que disputam editais públicos em Joinville.
Imagine-se, então, as chances que teriam outras entidades sem a experiência que tem o IVC! Foi o que se confirmou. Mínimo de participação na disputa, pois sabiam as entidades que não teriam chances. Pelo menos duas outras, com relevantes serviços prestados no voluntariado, nem se lançaram ao desafio por essa conclusão... Uma delas foi parceira do projeto do IVC, o Instituto Lixo Zero.

A denúncia que me chegou de que era só esperar o edital ser publicado para a confirmação, se se considerar tantas dificuldades impostas e decisões pouco razoáveis, pode-se manter a suspeição. Mas, a investigação que fiz, até aqui, parece confirmar que tudo se complicou por conta dos prazos impostos pelo edital. E isso sim, ainda não conseguimos entender.
Tanto a equipe da SEMA quanto os milhões de cidadãos brasileiros melhores informados sabem que há uma lei que impõe restrições de contratações de serviços e compras pelo poder público em ano eleitoral. Trata-se da Lei 9.504/97, conhecida como Lei Eleitoral, que define claramente as vedações aos agentes públicos no período ou ano em que são realizadas as eleições. E nenhuma delas proíbe a realização de licitações.
As vedações referem-se explicitamente a matérias como publicidade institucional de órgãos públicos, cessão e utilização de bens públicos, nomeação, contratação e demissão sem justa causa do servidor público, transferência voluntária de recursos públicos da União aos Estados e Municípios, dentre outras.
E a Lei Complementar 101/2000, mais conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal é mais específica em seu artigo 42: “É vedado ao titular do Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito”.
Desde que assumiu a SEMA tenho deixado recado para ouvir o secretário Romualdo França. Bem diferente de seu antecessor, até a data e hora desta publicação não tivermos retorno, apesar de nossa insistência.

Dirigentes de diversas entidades estão se mobilizando para cobrar do prefeito Udo Döhler o lançamento de novos editais no primeiro quadrimestre de 2016. Segundo o presidente do IVC (Instituto Viva Cidade), se os editais forem publicados na segunda quinzena de fevereiro, por exemplo, tem-se todo o mês de março para produzir o projeto e documentos. “E até o dia 31 de abril para selecionar, contratar os aprovados e dar início às suas demandas”, explica o administrador João Carlos Farias.
E nada impede que os editais sejam publicados na primeira quinzena de fevereiro, considerando que já estão prontos e pouca alteração/correção se precisaria fazer.
Uma empresa de São Paulo impugnou o edital 002/2105 e o anulou. Todos os demais poderiam ser impugnados e anulados, pois têm o mesmo vício de origem.

O prefeito Udo Döhler tem sido cobrado por representativa parcela da sociedade, pois quando candidato dizia que o problema na Prefeitura não é falta de dinheiro, mas de gestão. Este episódio parece confirmar o discurso do candidato. Só na SEMA, são mais de vinte e cinco milhões em caixa, que podem ficar lá, parados por mais um ano, para o próximo prefeito.


Veja mais sobre os 5 editais em questão:
Univille conquista edital 001/2015 da SEMA
Edital 002/2015 da SEMA é impugnado por empresa de São Paulo e anulado
Univille conquista edital 003/2015 da SEMA
Instituto COMAR conquista edital 004/2015 da SEMA
Nenhuma entidade disputa edital 005/2015 da SEMA

Veja mais sobre outros projetos vitoriosos do IVC em disputas de editais públicos ou em parceria com outras entidades: 
No Dia do Rio COL encerra projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira"
Patrocinadores do projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira" Cia Águas de Joinville Bureau de Comunicação e Eventos  Apoiadores do projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira" IVC (Instituto Viva Cidade)
JOV (Jornal O Vizinho)
JOI (Jornal O Joinvilense)
JOA (Jornal O Araquariense)
JOG (Jornal O Garuvense)
Mais postagens sobre "O Marinheiro do Rio Cachoeira" neste blog: O Marinheiro já navega a internet O Marinheiro do Rio Cachoeira Enigmas alienígenas de Joinville são desvendados Edições do jornais parceiros, sobre o tema "Marinheiro do Rio Cachoeira": Edição 830 do JOV (Vice-prefeito quer projeto do Clube de Oratória nas escolas) Edição 826 do JOV (Não tem mais volta) Edição 074 do JOI (Documentário homenageia ambientalista) Edição 038 do JOA (Já foi o rio mais poluído de Santa Catarina) Edição 088 do JOG ("O Marinheiro do Rio Cachoeira" na internet) 

Sobre o projeto "Se ligue no esgoto":
Chega ao fim o projeto "Se ligue no esgoto"
Pode acreditar. É escola pública joinvilense!
Espinheiros já está se transformando no melhor bairro de Joinville 
Uma mentira, de tão repetida, se torna verdade
Educação ambiental com o projeto "Se ligue no esgoto"
Público já pode acessar vídeo na internet
Diretoria do COL aprova vídeo e se diverte com making off da obra
COL conquista edital da Cia Águas de Joinville
Projeto "Se ligue no esgoto" na íntegra
Resultado do Edital de Patrocínio 01/2013 da Cia Águas de Joinville

Sobre o projeto "Eco Escola"
IVC termina projeto e escola se torna referência
Escola modelo é 100% meio ambiente
Matéria oficial sobre o evento no sítio da Prefeitura 

A primeira confraternização do IVC 
Eco-Escola entra em operação na inauguração da Gibiteca
Diretoria IVC Gestão 2012/2014
 
Ambientalistas ajudam CEI 
Água da chuva nos banheiros 
Exposição fotográfica circula em escolas 
Eco-Escola joinvilense
Documentário "O rio que teima pela vida"
O rio que teima pela vida
Projeto ambiental conquista recursos públicos
Duas ONGs comprometidas com o rio Cachoeira


Parceiros do projeto "Se ligue no esgoto":
IVC (Instituto Viva Cidade)
Bureau de Comunicação e Eventos
Jornal O Vizinho
Jornal O Joinvilense
Jornal O Garuvense
Jornal O Araquariense
 

Sobre o COL noutras postagens neste blog:
Líderes que vão comandar o COL até 2017
COL terá segunda mulher na presidência
Superando a timidez para falar em público 
UFPR e COL renovam parceria
Grandes decisões ao redor da mesa
Formar líderes e oradores é missão do COL 
Superação do medo e da inibição 
Vídeo COL ênfase política 
Vídeo COL ênfase liderança
Vídeo "O rio que teima pela vida"  
COL forma mais 16 oradores
Bons oradores têm melhores cargos e salários
O maior medo do mundo tem cura
Melhor oradora e maior evolução
Escolas de jornalismo não ensinam oratória


A primeira confraternização do IVC
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Eco-Escola joinvilense 
Leia mais sobre o IVC noutras publicações: 
JOV (Jornal O Vizinho) 
Edição 824 do JOV (Morte ainda sem respostas)
Edição 823 do JOV
(IVC denuncia prefeituras da região)

Edição 822 do JOV
(Outra área contaminada)

Edição 821 do JOV (Falta muita consciência)
Edição 820 do JOV (Empresários ferram empresários)
Edição 819 do JOV (Bomba relógio)
Edição 818 do JOV (Gatos, vilões da natureza)
Edição 817 do JOV (Aumentam suspeitas)
Edição 816 do JOV (IVC tenta impedir despejo de rejeito industrial da Tupy)
Edição 815 do JOV (Rejeito industrial joinvilense é base de obra pública barrasulense)
Edição 813 do JOV (Falta consciência)
Edição 812 do JOV (Pode acreditar, é escola pública)
Edição 811 do JOV (Voluntariado e evolução social)
Edição 810 do JOV (Entidade internacional une-se ao IVC na proteção a ambientalistas)
Edição 806 do JOV (Uma mentira de tão repetida se torna verdade)
Edição 805 do JOV (Faltam passas-fauna em Joinville)
Edição 804 do JOV (Judiciário joinvilense dá mau exemplo)
Edição 803 do JOV
(IVC comemora 5 anos em parceria com a Cia Águas de Jlle)
Edição 802 do JOV
(IVC comemora cinco anos)
Edição 801 do JOV (Câmara de Vereadores não dá destino correto ao esgoto)
Edição 800 do JOV (Vídeo já está na internet)
Edição 799 do JOV (Vídeo é liberado na internet)
Edição 798 do JOV (IVC continua defendendo retorno da navegacão)
Edição 797 do JOV ( Ambientalistas focam a região de Joinville)
Edição 796 do JOV (Ambientalistas propõem parcerias com o governo)
Edição 795 do JOV (IVC quer lei desengavetada)
Edição 794 do JOV (IVC agora é uma Oscip) 
Edição 793 do JOV (IVC agora é Instituto Viva Cidade) 
Edição 789 do JOV (Motoristas, cuidado! Jacaré na pista) 
Edição 788 do JOV (Alarme falso. Fritz está vivo) 
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Edição 783 do JOV (Rio poluído é o centro das atenções de candidatos)
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Edição 780 do JOV (O rio que teima pela vida)
Edição 778 do JOV (Eco escola)
Edição 777 do JOV (O rio que teima pela vida)
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Edição 775 do JOV (Documentário ambiental em fase final)
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Edição 767 do JOV (Parceria entre ONG e CEI conquista patrocínio público)
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Edição 087 do JOG (IVC investe na conscientização)
Edição 084 do JOG (Suspeitas rondam morte de ambientalista)
Edição 082 do JOG (CGU recebe denúncias do IVC)
Edição 081 do JOG (Prefeitura de Araquari também exige reuso de rejeito de fundição em obras)
Edição 080 do JOG (IVC denuncia prefeitura da região)
Edição 078 do JOG (IVC reage às violações a jornalistas e ambientalistas)
Edição 076 do JOG (Projeto "Se ligue no esgoto" atinge mais de 428 pessoas)
Edição 075 do JOG (BR 101 é um "Muro de Berlim" para animais silvestres)
Edição 074 do JOG (Governo se prepara para criar fundação do meio ambiente)
Edição 073 do JOG (Público já pode acessar vídeo)
Edição 072 do JOG (Ambientalista propõem parcerias com o governo garuvense)
Edição 071 do JOG (IVC faz doação à 23a. Gered)
Edição 070 do JOG (IVC finaliza projeto Eco-Escola)
Edição 058 do JOG (Ambientalistas ajudam CEI economizar 50% de água) 
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Edição 049 do JOG (Água de chuva) 
Edição 048 do JOG (Trecho de rio vira documentário) 
Edição 045 do JOG (Parceria entre ONG e CEI conquista patrocínio público) 
JOA (Jornal O Araquariense)
Edição 038 do JOA (Já foi o rio mais poluído de Santa Catarina)
Edição 037 do JOA (IVC continua atento ao Canal do Linguado)
Edição 036 do JOA (Impediremos a duplicação da BR 280)
Edição 035 do JOA (População de Araquari é abastecida com água subterrânea que pode ser contaminada)
Edição 032 do JOA (Prefeitura investe na economia de água)
Edição 031 do JOA (Artigo 19 Brasil é apoiada pelo IVC) 
Edição 029 do JOA (Seis escolas contempladas com projeto de ambientalistas)
Edição 027 do JOA ("Se ligue no esgoto" pode ser acessado na internet)
Edição 026 do JOA (Se ligue no esgoto)
Edição 025 do JOA (IVC faz doação à 23a. Gered)
Edição 010 do JOA (O rio que teima pela vida e Eco-Escola)
Edição 005 do JOA (O rio que teima pela vida
Edição 003 do JOA (Como luva para Araquari) 
JOI (Jornal O Joinvilense) 
Edição 073 do JOI (Lei do lixo é ignorada)
Edição 072 do JOI (Condor impedido de voar em Joinville)
Edição 071 do JOI (Futuro sombrio - Região pode ter solo ainda mais contaminado)
Edição 070 do JOI (IVC denuncia prefeitura de Balneário Barra do Sul por suspeita de superfaturamento em edital)
Edição 067 do JOI (Violência contra ambientalistas estimula parceria de Oscip joinvilense com movimento internacional)
Edição 064 do JOI (Público já pode acessar vídeo na internet) 
Edição 063 do JOI (IVC faz doação à 23a. Gered) 
Edição 062 do JOI (IVC agora é Instituto Viva Cidade) 
Edição 059 do JOI (IVC comemora) 
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Edição 776 do JOV (Documentário ambiental em fase final)
Edição 775 do JOV (Jovens oradores)
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Edição 751 do JOV (Oratória, ferramenta para o sucesso na carreira)
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Edição 038 do JOI (São Paulo deve ganhar um Clube de Oratória) 
Edição 036 do JOI (COL mobiliza líderes em defesa do MP) 
Edição 034 do JOI (COL realiza primeiro curso de oratória do ano
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JOG (Jornal O Garuvense) 
Edição 073 do JOG (Público já pode acessar vídeo na internet)
Edição 072 do JOG (Se ligue no esgoto)
Edição 071 do JOG (COL e IVC fazem doação à 23a Gered)
Edição 070 do JOG (Advogada vai liderar Clube de Oratória) 
Edição 046 do JOG (Garuvense é orador premiado) 
Edição 009 do JOG (Formador de líderes e oradores)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O desastre da Tupy não VALE?

Por que, um crime ambiental persistente, dos mais graves do mundo, por afetar diretamente um estuário, não tem a mesma repercussão?
É justa a comoção nacional por conta da destruição provocada pelo maior crime ambiental do Brasil. No entanto, há que se medir mais adequadamente essa catástrofe. Se o mar de lama que desceu o Rio Doce a partir do rompimento da barragem de Mariana, MG, já é um dos cinco maiores desastres ambientais provocados pelo homem, há especialistas afirmando ser o maior do mundo!
Milhares de catarinense têm feito coro aos protestos contra a “VALE do Rio Doce”. O debate e a revolta também lidera mobilização nas redes sociais.
O difícil de entender é porque os catarinenses, principalmente os que vivem em Joinville e região, não reagem da mesma forma com o crime ambiental cometido por décadas pela Tupy Fundições S.A.
Proporcionalmente, o espalhamento de milhares de toneladas de areias cancerígenas, rejeitos de fundições, por diversos bairros de Joinville e região e também na Lagoa Saguaçu é uma catástrofe proporcionalmente maior.

 No livro "O GIGANTE acuado" relato o histórico, por décadas, de espalhamento de rejeitos industriais feitos pela Tupy Fundições S.A., inclusive na Baía Babitonga.
Dezenas de links, no fim desta postagem, revelam uma história de crimes ambientais 
 atentado e morte suspeita de ambientalista até hoje não investigada

Se o volume de lama da Samarco, contaminada com metais pesados que matou o Rio Doce encheria um cubo com 396 metros de lado, o volume que silenciosa e diariamente a Tupy espalhou aterrando ruas, terrenos, obras públicas e a Baía Babitonga, denuncio no livro “O GIGANTE acuado”, encheria, no mínimo, um cubo com 170 metros de lado.
O inacreditável é que agora as areias residuais da Tupy estão sendo usadas como matéria-prima para pavimentar estradas em Araquari e Balneário Barra do Sul, na confecção de pavers que pavimentam calçadas, como a que circunda o 62o BI, no bairro Atiradores. E o pior. A empresa está apresentando estudos feitos por seus técnicos que recomendam o espalhamento destes rejeitos industriais no solo para “corrigir” e “melhorar” a qualidade da terra para a agricultura!
Como disse, impressiona essa comoção seletiva com os de lá enquanto do lado de cá o desastre é muito, muito maior!
A Defensoria Social já protocolou denúncias que inibiram algumas ações, mas a morosidade da justiça está permitindo uma tragédia sem precedentes no hemisfério sul do Planeta Terra.
E esse tipo de crime ambiental não acontece só em Joinville. Onde há uma fundição, é só investigar o seu histórico.
A resposta à pergunta que inicio nessa postagem pode ser: Porque o desastre da Samarco foi o despejo de todo o volume de uma única vez no Rio Doce. O da Tupy não apareceu, em nenhum momento nestas décadas de despejo criminoso pela região, por ser feito aos poucos. Todos os dias, um pouquinho...
Mas, o desastre daqui é muito maior, pois enquanto a lama da Samarco atingiu o oceano e está se dispersando com a força das marés, o rejeito industrial da Tupy está represado no dique feito pelo fechamento do Canal do Linguado com danos ambientais imensuráveis no estuário da Baía Babitonga.
Enquanto a lama da Samarco provoca danos ao ecossistema do Rio Doce, o da Tupy ao ecossistema de um estuário. Estuários são maternidades do Planeta.


Outras postagens neste blog sobre o tema:
IVC denuncia prefeituras de Araquari e Balneário Barra do Sul
Defensoria Social e IVC denunciam prefeitura de Balneário Barra do Sul no MPF
IVC reage à graves violações
Morte de Ambientalista. Aumentam suspeitas sobre Joinville
Ambientalista morto tem seu último pedido atendido
"O GIGANTE acuado" já está na livraria
12/12/12, uma data enigmática
Defensoria Social escolhe Joinville

R$ 50 milhões de indenização
Uma arma à cabeça, um tiro. Jornalismo é profissão de risco
Loteamento com aterro de rejeitos é denunciado pela Defensoria Social
Minha casa, o fim da minha vida
"Deus" tremendo filho da puta
Imperdível, assustador, pois o veneno está à mesa
Acontecimentos inesperados, consequências de incalculáveis repercussões
Diálogos para um Brasil Sustentável
Livro de jornalista joinvilense é destaque em campanha nacional
Fui eleito Parceiro da Paz e Sustentabilidade
Jornalismo continuado, denúncias têm desdobramentos
Sindicato analisa posicionamento em defesa de jornalista
Radialista alerta atitude perigosa da Tupy Fundições
Prossegue o embate sobre areias de fundição
Reação de gigante poluidor contra jornalista joinvilense

Publicações feitas em outros veículos de comunicação sobre o tema:

Jornal O Vizinho (JOV)
Edição 748 do JOV (Jornal O Vizinho) - Edição comemorativa de aniversário de Joinville com destaque de capa para o tema (reúso de areias de fundições) com entrevista exclusiva do representante da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) nas páginas 6 e 7.
Edição 750 do JOV - Destaque de capa para entrevista com o Bispo Diocesano de Joinville, Dom Irineu Roque Scherer e editorial sobre a denúncia da Defensoria Social.
Edição 751 do JOV - Destaque de capa para o embate sobre o tema com publicação na íntegra, de nota da Tupy Fundições S.A. (direito de resposta) e alerta da Defensoria Social sobre o que qualifica de ações intimidatórias da empresa contra o jornal, nas páginas 4 e 5.
Edição 752 do JOV - Destaque de capa alerta que a Calçada do 62 BI pode ser apenas a ponta do iceberg com reportagem da cobertura jornalística de audiência pública na CVJ (Câmara de Vereadores de Joinville) nas páginas 6 e 7 e comentário em editorial.
Edição 753 do JOV - Destaque de capa para as novas denúncias feitas por vereadores contra o reuso de areias de fundições e repercussão do tema noutros veículos nas páginas 6 e 7.
Edição 760 do JOV - Destaques de capa para resposta da Fatma/SC aos questionamentos feitos pelos vereadores sobre o reúso das areias de fundições
Edição 761 do JOV - e edição 046 do JOI - Destaques de capa para resposta do prefeito de Joinville às perguntas dos vereadores sobre os casos de suspeita de câncer e suas relações com as areias de fundição
Edição 762 do JOV - Destaque na coluna de meio ambiente na página 4, alerta da Defensoria Social sobre a "Decisão Duvidosa" da prefeitura de Joinville em oficializar o reuso das areias de fundições.
Edição 771 do JOV - Destaque na contra capa com a matéria "Parceiro da Paz e da Sustentabilidade"
Edição 772 do JOV - Destaque na contra capa anuncia que o editor do JOV fora eleito com "Prêmio da ONU"
Edição 783 do JOV - Destaque de capa denuncia movimento das indústrias para o reuso das areias de fundição como "fertilizante"
Edição 784 do JOV - Destaque na contra capa que Joinville lidera iniciativa de uso de rejeito industrial na produção de alimentos
Edição 785 do JOV - Destaque de capa: Rejeitos de fundição podem virar "fertilizante"
Edição 786 do JOV - Reportagem de capa destaca que homenagem a joinvilense seria feita na Rio+20 teria sido boicotada pelo governo Dilma
Edição 787 do JOV - Destaque de capa denuncia uso de areias de fundição em obra do Programa do Governo Federal "Minha Casa, Minha Vida"
Edição 790 do JOV - Livro doado ao AHJ (Arquivo Histórico de Joinville)
Edição 791 do JOV - Livro doado ao AHJ (Arquivo Histórico de Joinville)
Edição 792 do JOV - Doação de livros à Biblioteca Pública Municipal de Joinville
Edição 805 do JOV - Consema libera uso de rejeitos de fundições
Edição 806 do JOV - Consema libera uso de rejeitos de fundições
Edição 808 do JOV - Ambientalista é encontrado morto em quarto de hotel
Edição 809 do JOV - Aumentam suspeitas sobre Joinville
Edição 810 do JOV - Entidade internacional une-se ao IVC na proteção a ambientalistas
Edição 815 do JOV - Rejeito Industrial joinvilense é base de obra pública barrasulense
Edição 816 do JOV - IVC e Defensoria Social tentam impedir despejo de milhares de toneladas de rejeitos industriais da Tupy em obra pública
Edição 817 do JOV - Aumentam suspeitas
Edição 819 do JOV - Bomba relógio
Edição 820 do JOV - Empresários ferram empresários
Edição 822 do JOV - Outra área contaminada
Edição 823 do JOV - IVC denuncia prefeituras da região na CGU
Edição 824 do JOV - Morte ainda sem respostas

Jornal O Joinvilense (JOI)
Edição 045 do JOI
- Destaque de capa para a resposta da Fatma que faz crescer suspeita contra fundição
Edição 040 do JOI - (Jornal O Joinvilense) - Destaque de capa para os riscos do reúso de areias de fundições contaminadas com o cancerígeno fenol e complemento de reportagem na pág. 3
Edição 046 do JOI - Destaque de capa para resposta do prefeito de Joinville às perguntas dos vereadores sobre os casos de suspeita de câncer e suas relações com as areias de fundição.
Edição 050 do JOI - Destaque na contra-capa reporta Prêmio da ONU ao editor do jornal
Edição 056 do JOI - Reportagem de capa destaca que iniciativa joinvilense mobiliza resistência nacional contra uso de rejeitos industriais na agricultura
Edição 057 do JOI - Reportagem de capa revela que Defensoria Social reage a ação do Palácio do Planalto
Edição 059 do JOI - O Gigante Acuado
Edição 060 do JOI - Livro recém lançado já integra acervo histórico
Edição 068 do JOI - Violência contra ambientalistas estimula parceria de Oscip joinvilense com movimento internacional
Edição 070 do JOI - Ambientalistas denunciam prefeitura da região
Edição 071 do JOI - Futuro sombrio

Jornal O Garuvense (JOG)
Edição 032 do JOG (Jornal O Garuvense) - Nota na página 8 sobre a repercussão nacional feita no JOV
Postagem neste blog sobre a reação da empresa contra esse jornalista e o JOV
Edição 33 do JOG - Destaque na coluna de meio ambiente na página 8 sobre o evento na Câmara de Vereadores de Joinville.
Edição 37 do JOG - Destaque na coluna de meio ambiente na página 8 sobre a denúncia nacional contra a Tupy Fundições S.A. no Anuário Brasil Sustentável.
Edição 042 do JOG - Destaque na coluna de meio ambiente na página 8, alerta da Defensoria Social sobre a "Decisão Duvidosa" da prefeitura de Joinville em oficializar o reúso das areias de fundições
Edição 047 do JOG - Destaque de capa sobre o Prêmio da ONU
Edição 060 do JOG - Destaca na capa que rejeitos de fundições podem virar "fertilizante"
Edição 062 do JOG - Destaca na capa que o Palácio do Planalto teria boicotado homenagem a joinvilense na Rio+20
Edição 064 do JOG - Areias de fundição, mais uma denúncia
Edição 065 do JOG - 50 milhões de indenização
Edição 066 do JOG - Livros doados Biblioteca Pública Municipal de Garuva
Edição 072 do JOG - Ambientalistas propõem parcerias com o governo garuvense
Edição 077 do JOG - Ambientalista encontrado morto investigava crimes ambientais nos rios de Garuva
Edição 078 do JOG - IVC reage às violações à ambientalistas e jornalistas
Edição 080 do JOG - IVC denuncia prefeitura da região
Edição 081 do JOG - Prefeitura de Araquari também exige uso de rejeitos industriais em obra pública
Edição 082 do JOG - CGU recebe denúncias do IVC
Edição 084 do JOG - Suspeitas rondam morte de ambientalista

Jornal O Araquariense (JOA)
Edição 001 do JOA - Destaque de capa sobre o Prêmio da ONU
Edição 015 do JOA - Destaca que Joinville lidera iniciativa de uso de resíduo industrial na agricultura
Edição 017 do JOA - Anuncia a criação do TSI (Tribunal Social Internacional
Edição 019 do JOA - Areias de fundição, mais uma denúncia
Edição 021 do JOA - Obra literária de jornalismo investigativo
Edição 029 do JOA - Consema libera uso de rejeito de fundições
Edição 030 do JOA - Morte de ambientalista é alívio para empresários da região
Edição 031 do JOA - IVC firma parceria com ONG internacional
Edição 034 do JOA - Defensoria Social e IVC denunciam prefeitura da região
Edição 035 do JOA - Prefeitura de Araquari exige aplicação de rejeito industrial em obra pública

Outras publicações neste blog sobre meio ambiente:
Empresas do PR são denunciadas por crimes ambientais e sonegação fiscal em SC
Governo catarinense é denunciado
Barrancos em Garuva, Terra-sem-lei

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

No "Dia do Rio" COL encerra projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira"

Vinte e quatro de novembro é o Dia do Rio. E por iniciativa do vereador Adilson Mariano (PSOL) de Joinville, a sessão desta data na Câmara de Vereadores de Joinville foi inteiramente dedicada ao tema. Se você quiser assistir a sessão na íntegra clique aqui. A partir dos 40 minutos o filme é apresentado e exibido.
O evento teve por objetivo exibir o documentário "O Marinheiro do Rio Cachoeira" principalmente aos vereadores, mas dezenas de pessoas ocuparam a plenária e a sessão também foi exibida na TV e internet com transmissões ao vivo.
Em outubro, a obra foi a atração artística de abertura da IV Conferência Municipal de Meio Ambiente.

O evento, que reuniu aproximadamente 150 pessoas no auditório da Acij, e liderado pelo Secretário de Meio Ambiente, Juarez Tirelli, contou com a presença, também, do principal protagonista do filme, o marinheiro aposentado Adilson Lopes da Silva.
Neste encontro, o vice-prefeito de Joinville, Rodrigo Coelho, conversou com o presidente do IVC (Instituto Viva Cidade) e pediu que a obra fosse levada à todas as escolas do município, como consta na reportagem do JOV (Jornal O Vizinho), edição 830.
Alguns dias depois, em reunião no seu gabinete, na Prefeitura, deu-se início à articulação conjunta entre a prefeitura de Joinville, o IVC, o COL (Clube de Oratória e Liderança) e a Defensoria Social para a realização deste novo projeto, a partir de 2016.
"O Marinheiro do Rio Cachoeira" já navega a internet com centenas de visualizações. Além disso, no mês de outubro, o vídeo também foi exibido no SESC Joinville como parte da programação da Semana Lixo Zero 2015.

Nesta exibição no SESC os presentes puderam conversar com o marinheiro Adilson Lopes da Silva que também é vice-presidente do IVC. 
A Semana Lixo Zero de Joinville, evento produzido pela Rastro Soluções Sustentáveis, contou com o apoio do COL, do IVC e da Defensoria Social. A exposição fotográfica "Cachoeira, um rio em transformação", também foi exposta no Shopping Mueller.
Arthur Rancatti da Rastro e João Carlos Farias, presidente do IVC,
são dois ambientalistas que também empreendem na área da sustentabilidade

Em setembro, tanto a exposição fotográfica, quanto o documentário, também foram destaques na Primeira Virada Educação de Joinville que aconteceu na escola Escola Municipal Professor Saul Sant'Anna de Oliveira Dias.
Neste encontro na Virada Educação, o marinheiro Adilson Lopes da Silva conheceu parentes de outro colega de profissão que morava próximo ao Porto Bucarein.
A partir do lançamento do documentário algumas entidades têm, por iniciativa própria, se apropriado da obra e exibido entre seus pares. Como foi o caso do CEAJ (Centro de Engenheiros e Arquitetos de Joinville.
Os parceiros do projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira" estimulam estas iniciativas. Ainda impregna a memória de milhões de catarinenses que o Cachoeira seja o rio mais poluído de Santa Catarina. O presidente do IVC, administrador João Carlos Farias, diz que difundir o documentário é uma das formas mais eficientes para corrigir isso.

Em setembro, no I EIGTEA (Encontro de Integração dos Grupos de Trabalho de Educadores Ambientais de Santa Catarina) que aconteceu em Blumenau, a palestra de abertura do evento, com o tema "A educação ambiental como instrumento da gestão social da bacias hidrográficas", foi proferida pelo professor doutor Daniel da Silva da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).
Equivocadamente o doutor afirmou às centenas de participantes que o rio Cachoeira, de Joinville, é o mais poluído do estado.

Na mais recente pesquisa feita pela Fundação SOS Mata Atlântica, antes do desastre ocorrido no Rio Doce, em Minas Gerais, o rio Criciúma era avaliado como o mais poluído do Brasil e ocupava o último lugar em qualidade ambiental entre 49 rios analisados. O Cachoeira, a posição número 30.
Como o nosso rio já foi o mais poluído do Brasil e, por décadas, o pior de Santa Catarina, isso é o que ainda está na memória de autoridades como o doutor Daniel Silva. E também na de milhares de joinvilenses.
Na sessão do dia 24 de novembro de 2015, os vereadores de Joinville comemoram a melhoria da qualidade ambiental do rio Cachoeira e de seus afluentes, principalmente por conta dos investimentos que estão sendo realizados em saneamento pela Cia Águas de Joinville.

Os xarás Adilson Lopes da Silva e Adilson Mariano são parceiros há muitos anos. O vereador reconhece a importância da atuação do marinheiro que, mesmo aposentado, é um incansável lutador para a melhoria da qualidade de vida dos joinvilenses.
 O presidente da CVJ (centro), vereador Rodrigo Fachini (PMDB),
também quer que o vídeo seja apresentado em todas as escolas do município

 Os vereadores que fizeram pronunciamentos destacaram a importância do documentário para mostrar à população o quanto o investimento em saneamento básico resulta em melhorias para a saúde e meio ambiente.

 Vereador Manoel Francisco Bento (PT)

 Vereador Odir Nunes da Silva (PSDB)
 
Rodrigo Tomazi (PP)
 
 Roberto Bisoni (PSDB)

 Maycon Cesar (PSDB)

 Maurício Peixer (PSDB)

Dorval Petry (PPS)

O evento foi aproveitado pela Cia Águas de Joinville para fazer um balanço de investimentos em rede de tratamento de esgoto sanitário e seus impactos nos rios urbanos de Joinville, conforme requerimento 186, feito pelo vereador Mariano e aprovado em 13 de julho.
 Dieter Nermann e...

...Michel Bitencourt fizeram um balanço dos investimentos feitos pela Cia Águas de Joinville


Patrocinadores do projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira"
Cia Águas de Joinville
Bureau de Comunicação e Eventos 

Apoiadores do projeto "O Marinheiro do Rio Cachoeira"
IVC (Instituto Viva Cidade)
JOV (Jornal O Vizinho)
JOI (Jornal O Joinvilense)
JOA (Jornal O Araquariense)
JOG (Jornal O Garuvense)

Mais postagens sobre "O Marinheiro do Rio Cachoeira" neste blog:
O Marinheiro já navega a internet
O Marinheiro do Rio Cachoeira
Enigmas alienígenas de Joinville são desvendados

Edições do jornais parceiros, sobre o tema:
Edição 830 do JOV (Vice-prefeito quer projeto do Clube de Oratória nas escolas)
Edição 826 do JOV (Não tem mais volta)
Edição 074 do JOI (Documentário homenageia ambientalista)
Edição 038 do JOA (Já foi o rio mais poluído de Santa Catarina)
Edição 088 do JOG ("O Marinheiro do Rio Cachoeira" na internet)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Empresas do PR são denunciadas por crimes ambientais e sonegação fiscal em SC

Foram três meses de investigações e diversas viagens à capital catarinense e aos municípios de Rio Negrinho, Mafra e Canoinhas. No dia 19 de outubro de 2015 fechei o primeiro ciclo com mais uma ida até Rio Negrinho para protocolar denúncias no Ministério Público de Santa Catarina.
A edição 829 do JOV (Jornal O Vizinho) está anexada aos processos e oferece, aos promotores públicos, farta comprovação. Esta é a capa:
Em parceria com o IVC (Instituto Viva Cidade) as denúncias foram feitas no MPF (Ministério Público Federal) e em duas promotorias estaduais de SC, já que a investigação revela a possível prática de crime ambiental: 
E crime de sonegação fiscal:
Na página dois da edição do JOV anexa às denúncias, informamos aos moradores de Rio Negrinho, em editorial, sob o título "Jornal parceiro do meio ambiente", que a relevância jornalística de alguns crimes ambientais também produziram edições que foram distribuídas além de Joinville, como é o caso desta edição 829.
Destaco que em outubro de 2012, por exemplo, uma reportagem de crime ambiental praticado em Canoas, RS, denunciada também pelo JOV, teve grande repercussão.
Em abril do ano seguinte o secretário e ex-secretário estadual de meio ambiente foram presos pela prática criminosa.
Essa estratégia, de direcionar o jornal para municípios de outros estados, começou a ser recorrente desde então, pois o JOV é parceiro da Defensoria Social e sua veiculação pode acontecer em qualquer local onde a entidade atue nas investigações de denúncias de crimes ambientais, contra comunidades ou ainda contra a liberdade de expressão.

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Edição 787 do JOV - Destaque de capa denuncia uso de areias de fundição em obra do Programa do Governo Federal "Minha Casa, Minha Vida"
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Postagem neste blog sobre a reação da empresa contra esse jornalista e o JOV
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Jornal O Araquariense (JOA)
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