quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Analfabetismo político, um dos piores males brasileiro


Berthold Brecht, que viveu entre os anos de 1898-1956, se consagrou como um dos maiores pensadores políticos do mundo contemporâneo. Ele conceituou uma pessoa que não lê, não ouve, não fala e não participa dos acontecimentos políticos como “analfabeto politico”. Ele foi ainda mais contundente ao afirmar que pessoas desligadas de questões políticas são verdadeiros, “imbecis e ignorantes que se orgulham e estufam o peito dizendo que odeiam a política. Não sabem que, da própria ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto...”
Na eleição passada quase cem parlamentares, um em cada cinco deputados, sofriam algum processo por corrupção, ou por malversação de fundos, ou por atos de violência cometidos nos seus estados de origem. Mais de 2.900 candidatos eram inelegíveis, ou por corrupção ativa ou passiva, ou por não terem administrado bem os seus estados e as suas cidades.
Com raras exceções os políticos parecem despreparados para sua gigantesca tarefa de representar o povo. Não raras vezes os partidos escolhem quem pode puxar votos e não quem tem conteúdo para aquele cargo. Ao assistir esse vídeo do polêmico programa televisivo CQC tudo isso se confirma, infelizmente.
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Precisamos agir para mudar esse quadro. Para isso, devemos combater o analfabetismo político. Ano que vem teremos eleições municipais. Elegeremos vereadores e prefeitos. Se nos envolvêssemos com a política como o fazemos com o futebol, por exemplo, estou certo, jamais assistiríamos um vídeo como esse acima. Ajude a combater esse analfabetismo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Fé zera dívidas e transforma dentes em ouro

Fico impressionado como usam esse "Jesus" e esse "Deus". Depoimentos e estratégias como essa são fermento para o meu ateísmo.

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Conheci uma dessas "crentes" - da minha maior intimidade - que também recebera uma "benção" desse "Jesus". Ela deitara-se pedindo um sinal de que "Ele" estivesse ao lado dela numa decisão que tomara na vida. Durante a noite, sonhara que "Deus" tocara a sua boca. Ao acordar na manhã seguinte descobriu que alguns dentes que haviam sido restaurados há alguns meses com amálgama foram milagrosamente transformados em ouro. "Olha os dentes do fundo da minha boca. Veja as novas restaurações de ouro que Deus me deu".
Olhei. Não vi ouro nenhum. Talvez por conta da minha descrença. Ela e os irmãos viam, gritavam, cantavam e "louvavam o  Senhor por mais essa benção".
Então, se eu acreditar minhas dívidas milagrosamente desaparecerão e ouro me será presenteado? Vou repensar meu ateísmo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cuidado, jacaré na pista

Desmentindo discursos

O jacaré Fritz, que mora há mais de dez anos no Rio Cachoeira no centro de Joinville, está obeso. Fritz é o mais famoso, mas não é o único morador. Outros jacarés e dezenas de tartarugas, por exemplo, moram e sobrevivem no mais poluído rio de Joinville.
Esses bichos se alimentam de comida fornecida pelo próprio rio. Os jacarés comem principalmente peixe. Em média, 10Kg por dia, durante o verão.
Então, é falacioso - para não dizer maquiavelismo de alguns empresários, políticos e governantes - que o rio esteja morto. O Cachoeira, apesar de toda a agressão e constantes crimes ambientais, resiste com vida em profusão. No sítio do IVC há muitas fotos e outros vídeos, e também a lista de fauna levantada por biólogo e sócio da entidade ambientalista, que comprovam a biodivesidade do rio.
O vídeo a seguir é uma peça que pretende conscientizar os joinvilenses, principalmente os motoristas, para redobrar atenção ao trafegar pela avenida Beira Rio. A iniciativa é do IVC que pede ajuda dos internautas à divulgação desse vídeo que também está postado no Youtube em HD


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Outra postagem anterior traz mais detalhes sobre uma das saídas do Fritz do Rio Cachoeira.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bosch Joinville janta comigo

Seriam sete. Poucas horas antes fui informado que poderiam ser nove. Nem um, nem outro. Oito eram os colaboradores da Bosch Joinville que participaram de um jantar na minha casa. Encomendado pela minha filha para uma despedida. A chefe do grupo demitira-se da empresa e está voltando para Campinas, SP.
Edna Queiroz, que está entre eu e Jéssica Andrade, pelo que vi e ouvi no encontro, parece ser estimada por sua equipe. Mas, ela disse sentir muita falta da família, dos amigos, da cidade paulista...




No e-mail que Edna enviou ao grupo ela comenta:


"O jantar foi maravilhoso. Quero agradecer a todos que foram e dizer que senti a falta dos demais, porém compreendo os compromissos particulares de cada um. Agradeço especialmente a Jéssica e ao seu pai que proporcionaram este momento especial nos meus últimos dias aqui em Joinville."

Em postagens anteriores já confessei que gosto de cozinhar e de receber. Mas, este foi o primeiro jantar que fiz por encomenda. Senti-me lisonjeado, pois a Jéssica quis um encontro para demonstrar seu carinho por Edna e compartilhar isso com seus colegas de trabalho. Ela não iria correr riscos. Tinha certeza de que o pai (eu) produziria um bom jantar. Foi o que fiz. Entradas com vinhos. Jantar com salada, salmão ao forno, arroz basmati e camarão ao molho. Acompanhados de vinho branco (espumante), esse do brinde.
A sobremesa a Jéssica trouxe. Doces raramente me levam à cozinha. Exceto quando decido fazer bolinhos de banana. Minha especialidade com acúcar mascavo e outros ingredientes que tem agradado os que os provam.
Enfim, foi uma noite agradável que terminou bem próximo da meia noite. Mas, como era uma quinta-feira, a última do mês de setembro, do início da primavera de 2011, e o outro dia era de trabalho, alguns lamentaram terem perdido uma pitada no cachimbo que teria uma mistura de bom fumo com fiapos de banana. Quem sabe um próximo façamos numa sexta-feira.
Sucesso à Edna que me disse ser especialista em fazer ovo frito.