terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jornalismo continuado, denúncia tem desdobramento

Quando escrevíamos a edição 45 do JOI recebemos a notícia de que o denunciante, Leonardo Aguiar Morelli, secretário geral da Defensoria Social, estava se afastando das atividades profissionais para dedicar-se à saude. Enviou-nos um e-mail tornando público sua grave condição:
"Companheiros e companheiras,
Como já havia comentado com alguns, desde 2004, enfrento um grave desafio pessoal na questão da saúde. Um tumor no cérebro cujo desenvolvimento me leva a – periodicamente – ter de fazer exames especializados no Brasil e na Suíça. Há alguns meses esperava a confirmação para a realização de uma nova bateria de exames no hospital da UNIFESP em São Paulo. São exames
preliminares para os que são feitos no exterior. Ocorre que na terça passada recebi um telefonema da administração do Hospital, para liberação e realização dos exames neste dia 25 de agosto, o que me obrigou à ausência na reunião programada para ser realizada em Seropédica
no Rio.
Hoje passei pela primeira bateria e os resultados foram NADA ANIMADORES, embora ainda seja necessária uma segunda bateria cujos equipamentos não existem no Brasil. Esses exames complementares vinham sendo feitos, desde 2006 a cada 2 anos na Universidade de Genebra que mantem um dos melhores centros de diagnóstico por imagem em 3D especializada em oncologia cerebral.
Diante desse drama pessoal, peço perdão a todos, mas terei de me afastar completamente das atividades em que estava engajado, pelo menos até dezembro, pois agora preciso juntar recursos para viagem e para custear os exames que são muito caros.Tenho que cuidar da família – inclusive preparando-os para eventualidades tristes, mas inevitáveis.
Costumo dizer que a morte é a única certeza da vida, para a qual os vivos nunca se preparam. Tento fazer diferente desde que li um livro que todos deveriam ler: “A última grande lição – O sentido da vida” que conta a história de vida e morte de um professor de sociologia dos EUA, a lição de vida de doente terminal com uma doença incurável.
Fraternidade e bem a todos e todas. Até breve.
LM
"

Estamos torcendo para que ele vença mais essa batalha. E se você quiser se contextualizar com o tema mais aprofundadamente, seguem os links das publicações que temos feitos em nossos jornais e também nesse blog.
Edição 748 do JOV (Jornal O Vizinho) - Edição comemorativa de aniversário de Joinville com destaque de capa para o tema (reuso de areias de fundições) com entrevista exclusiva do representante da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) nas páginas 6 e 7.
Edição 750 do JOV - Destaque de capa para entrevista com o Bispo Diocesano de Joinville, Dom Irineu Roque Scherer e editorial sobre a denúncia da Defensoria Social.
Edição 751 do JOV - Destaque de capa para o embate sobre o tema com publicação na íntegra, de nota da Tupy Fundições S.A. (direito de resposta) e alerta da Defensoria Social sobre o que qualifica de ações intimidatórias da empresa contra o jornal, nas páginas 4 e 5.
Edição 032 do JOG (Jornal O Garuvense) - Nota na página 8 sobre a repercussão nacional feita no JOV.
Postagem neste blog sobre a reação da empresa contra esse jornalista e o JOV
Edição 040 do JOI - (Jornal O Joinvilense) - Destaque de capa para os riscos do reuso de areias de fundições contaminadas com o cancerígeno fenol e complemento de reportagem na página 3.
Edição 033 do JOG - Nota na página 8 sobre o embate do reuso das areias de fundições
Edição 752 do JOV - Destaque de capa alerta que a Calçada do 62 BI pode ser apenas a ponta do iceberg com reportagem da cobertura jornalística de audiência pública na CVJ (Câmara de Vereadores de Joinville) nas páginas 6 e 7 e comentário em editorial.
Edição 33 do JOG - Destaque na coluna de meio ambiente na página 8 sobre o evento na Câmara de Vereadores de Joinville.
Postagem neste blog sobre a repercussão do tema noutros veículos de comunicação.
Edição 753 do JOV - Destaque de capa para as novas denúncias feitas por vereadores contra o reuso de areias de fundições e repercussão do tema noutros veículos nas páginas 6 e 7.
Edição 37 do JOG - Destaque na coluna de meio ambiente na página 8 sobre a denúncia nacional contra a Tupy Fundições S.A. no Anuário Brasil Sustentável.
Postagem neste blog com o alerta de radialista à atitude perigosa da Tupy contra jornalista joinvilense.
Postagem neste blog de entrevista com o presidente do Sindicato dos Jornalistas sobre o tema.
Edição 760 do JOV  - Destaques de capa para resposta da Fatma/SC aos questionamentos feitos pelos vereadores sobre o reuso das areias de fundições
Edição 761 do JOV - e edição 046 do JOI - Destaques de capa para resposta do prefeito de Joinville às perguntas dos vereadores sobre os casos de suspeita de câncer e suas relações com as areias de fundição
Edição 045 do JOI - Destaque de capa para a resposta da Fatma que faz crescer suspeita contra fundição
Edição 046 do JOIDestaque de capa para resposta do prefeito de Joinville às perguntas dos vereadores sobre os casos de suspeita de câncer e suas relações com as areias de fundição

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Num "puteiro" realizei a minha mais inusitada consultoria

Era uma manhã primaveril quando atendi o telefone e do outro lado um empresário me solicitou uma visita para avaliar se eu poderia ajudá-lo diante de dificuldades que seu negócio vinha enfrentando. Fiz algumas perguntas, mas ele me pediu para conversarmos pessoalmente indicando-me o endereço na zona sul de Joinville, SC. No dia seguinte eu estava à frente da porta que tinha uma discreta placa identificando "Casa de Massagens". Confesso que minha primeira reação foi acreditar que eu havia anotado errado o endereço. Mas, entrei para me informar e confirmei estar no local certo ao ser atendido por uma mulher de meia idade que antes de qualquer coisa me rastreou como os raios de um leitor de código de barras.
Identifiquei-me. Um sorriso dela, de frustração, que eu só fora saber da própria, alguns dias depois, o por quê. Disse que me aguardava e levou-me ao escritório da administração. Lá estava o empresário e, no mesmo ambiente, duas outras belas mulheres.
A primeira frase dele foi: "Andrade, tô fudido e preciso saber se podes me ajudar". Assim, sem qualquer intimidade o "tô fudido" me deixou consternado, mas respirei fundo (discretamente) olhando para as duas beldades que não demonstravam qualquer constrangimento e, já voltado para ele, pedi que me explicasse exatamente o que era o empreendimento e me relatasse as expectativas com o meu trabalho.
"Já vistes que isso aqui é um puteiro, não é mesmo?". Outro susto e ouvi risinhos das moças; mas tomado por uma "vergonha alheia" não olhei para elas, dessa vez. Dali em diante preferi ignorar a presença das duas que poucos minutos depois era só uma e, um pouco mais tarde éramos só o empresário e o consultor. Acreditem, mas isso me deixou mais a vontade e, com quase uma hora de conversa, tive certeza de poder ajudá-los.
Comecei empreendendo na minha vida como consultor empresarial. Há um quarto de século que deixei de ser "rabo de tubarão para ser cabeça de sardinha". Durante os quase dez anos que trabalhei na ex Cia Hansen Industrial, agora Tigre S.A., posso afirmar que tive uma carreira meteórica com promoções anuais e aumentos salariais presos aos planos de cargos e salários que para mim nunca eram justos considerando o quanto eu incrementava com o meu trabalho o aumento de produtividade e a melhoria da qualidade por onde passava e que resultavam em grandes economias e crescente faturamento.
Tornei-me um especialista nessas áreas (melhoria da qualidade e aumento da produtividade com base na gestão participativa) e fiz implantações pioneiras no Grupo que hoje é um dos maiores do setor no mundo. Essa trajetória pode ser confirmada no meu
sítio pessoal que mantenho na internet.
Eu estava no meu primeiro casamento e gestávamos a minha primeira filha. Decidi que era hora de ganhar o que achava justo e avisei meu superior, que era uma liderança que me ensinou muito, engenheiro Alberto Gerlloff. Conversei com ele e esperei minha "folha de pagamento". O aumento que intercedera veio, mas não no percentual que eu havia pedido. A empresa já ultrapassara, com mais essa intervenção pessoal dele, as regras do jogo do setor de recursos humanos. Demiti-me menos de dez minutos depois e fui trabalhar numa empresa concorrente que me ofereceu salário várias vezes maior; fiquei lá só apenas seis meses, pois eu começava a fazer por eles o que estava fazendo nos últimos nove anos e sabia como isso iria acabar. Decidi antecipar o futuro e demiti-me, novamente, já aproveitando para acompanhar o parto do nascimento da minha filha, que assisti de corpo presente e que depois disso fiquei em casa cuidando dela por seis meses enquanto montava a empresa: Kaizen Treinamento e Assessoria Empresarial.

Quando a criaturinha sentou-se sozinha eu já estava com a empresa montada, legalizada e pronta para o primeiro trabalho. Este, no "puteiro", não foi o primeiro. Mas, o caso mais inusitado. Hoje, só em casos especialíssimos ajudo amigos e conhecidos em seus negócios. Afinal, já estou acumulando quase trinta anos de experiência e minha veia empreendedora tem-me lançado a novos desafios, frequentemente, raramente não acertados. E isso tem feito com que alguns me peçam ajuda, de vez em quando.
A prostituição é uma das profissões mais antigas do mundo. Naquele episódio despi-me, o máximo que pude, do preconceito, e assumi a personagem do profissional que eu era na época. Anotei todas as informações que extraí do empresário. Daí pra frente tudo foi mais fácil.
Por que esse tema agora?
É que na tarde chuvosa de 25 de agosto de 2011, passei em frente ao local com um amigo (Dr.Água) e relembrei a experiência contando-a. Então, vi que essa é uma história "excitante" - confirmada pela reação dele - e por isso decidi socializá-la com meus leitores.
A casa tinha 20 mulheres. Marquei uma reunião com todas na semana seguinte indicando que elas deveriam estar vestidas como o fazem para receber os seus clientes, ou potenciais clientes.
Foi numa segunda-feira. Fim de tarde. Na maior sala da casa lá estavam elas. Pedi para que acendessem todas as luzes. Tomei um susto. Fiz uma análise do "produto" como se fosse "consumidor".
Depois desse primeiro contato visual coletivo expliquei detalhadamente o que eu faria ali e, para minha surpresa elas já sabiam e estavam animadíssimas. Todas, sem exceção, foram muito solícitas comigo durante todo o trabalho, o que me facilitou sobremaneira, apesar de algumas terem sofrido com isso. Estas, eu nunca mais as vi.
Anotei como eram os trajes de cada uma, maquiagem, sensualidade, postura, trejeitos.
Criei clima de descontracão ampliada com o fornecimento de bebida para todas, pois concordo com um sábio que disse: "A humanidade está três doses atrasada". No meio da noite todas já estavam distante desse "atraso". Foi quando comecei minha "inspeção individual" num outro ambiente, menor e ainda mais iluminado. Cada uma delas ficava em torno de cinco minutos como vieram ao mundo para algumas fotos.

O quadro que se apresentou foi desanimador.
- Dez delas nem deficiente visual se arriscaria pois o tato revelaria os excessos de pele, gordura e irregularidades de pele. Em algumas delas a "pelhanca" escondia mais da metade de onde deveriam estar os pêlos pubianos. Visualmente eram "produtos de péssima qualidade" e que dificilmente seriam consumidos. Pude confirmar isso posteriormente em anotações pouco organizadas do faturamento da casa.
- Cinco delas o "consumidor" precisaria ter bebido meia garrafa de um bom uísque para encarar.
- Três eram mulheres que homens mais exigentes dariam uma espiada mas não fariam muito esforço para conquistá-las.
-Duas, aquelas que estavam na sala do empresário quando eu cheguei, eram disputáveis.
Quando cheguei lá a casa tinha 20 mulheres e média de 15 programas por noite.
Aquela que me recebeu no primeiro dia era uma do grupo das três e pensara que eu era um "cliente" novo. Ao saber que se tratava do consultor esboçou aquele sorriso frustrado...
A primeira decisão foi reduzir o quadro. Imediatamente cinco delas foram demitidas, aquelas (dentre as dez) que raramente eram "contratadas". Com as 15 tive uma conversa sobre mudanças comportamentais, de vestuário, de linguajar etc. Acreditem, as mais feias eram as mais resistentes às mudanças. Quinze dias depois a casa tinha só dez mulheres trabalhando. Quase fui dispensado. As duas beldades eram quase exclusivas do empresário. Tive de convencê-lo de que "Onde se ganha o pão não se come a carne". Foi difícil, por uma delas ele estava apaixonado.
A casa adotou como estratégia manter aquelas cinco mais atraentes e belas sempre na recepção, com ambiente mais iluminado. As outras cinco no ambiente do bar, mais escuro. As duas "tops"eram as que menos se insinuavam e serviam de "isca" para as demais.
No fim do trabalho a casa faturava quatro vezes mais e tinha metade do quadro. A produtividade aumentou para média de quatro programas por noite por trabalhadora.
As duas beldades tinham preços quase proibitivos para os frequeses que a casa tinha. Os preços diminuíam na mesma proporção da "qualidade" do "produto". A clientela aumentou consideravelmente. Se antes as belas se perdiam no meio das feias, agora elas se destacavam e eram as imagens marcantes nos ambientes iluminados. A clientela mudou.
Encontrei alguns "figurões" lá, na última semana. Pensavam que eu era cliente, também. Agora, se algum deles ler isso, vai saber que onde eles se divertiam eu trabalhava.
As duas belas se entregaram de corpo e alma para os clientes da casa e o empresário seguiu o meu conselho. Quando o encontrei, alguns meses depois, ele estava muito bem. "Tenho uma só para mim lá na Marlene". E ele acreditava no que dizia... Mas, estava feliz e isso é o que importa, não é mesmo?

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Clip de Michael Jackson censurado nos EUA

Há três anos nascia em Joinville, SC, uma entidade ambientalista para ser consolidada no voluntariado. Neste mês de agosto diversas atividades têm marcado a iniciativa que reúne cidadãos dos mais diversos níveis sociais dispostos a promover educação e conscientização ambiental além de fiscalizar e denunciar as agressões ao meio ambiente.
Ao acessar o sítio do IVC na internet tem-se uma visualização da dimensão desta ONG (organização Não Governamental) que está se transformando em OSCIP (Organização Social Civil de Interesse Público).
Atentos às iniciativas que possam ajudar o IVC a atingir seus objetivos estatutários esses ambientalistas têm divulgado em suas redes obras que ajudem a promover a conscientização para a construção de um mundo com melhor qualidade de vida.
Assim, convido você a assistir um video clip do "imortal" Michael Jackson. Uma obra censurada no seu país que ainda é o maior poluidor e destruidor dos recursos naturais do planeta. Ao assistir a obra musical você vai entender o porquê da censura.
Assista e divulgue-o para a sua rede.


Letra da música Earth Song e tradução:

Earth Song What about sunrise
What about rain
What about all the things
That you said we were to gain
What about killing fields
Is there a time
What about all the things
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the blood we've shed before
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

What have we've done to the world
Look what we've done
What about all the peace
That you pledge your only son
What about flowering fields
Is there a time
What about all the dreams
That you said was yours and mine
Did you ever stop to notice
All the children dead from war
Did you ever stop to notice
This crying Earth, its' weeping shore

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

I used to dream
I used to glance beyond the stars
Now I don't know where we are
Although I know we've drifted far

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Hey, what about yesterday
(What about us)
What about the seas
(What about us)
Heavens are falling down
(What about us)
I can't even breathe
(What about us)
What about apathy
(What about us)
I need you
(What about us)
What about nature's worth
(ooo, ooo)
It's our planet's womb
(What about us)
What about animals
(What about it)
Turn kingdom to dust
(What about us)
What about elephants
(What about us)
Have we lost their trust
(What about us)
What about crying whales
(What about us)
Ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by greed
(What about us)
What about the common man
(What about us)
Can't we set him free
(What about us)
What about children dying
(What about us)
Can't you hear them cry
(What about us)
Where did we go wrong
(ooo, ooo)
Someone tell me why
(What about us)
What about baby boy
(What about it)
What about the days
(What about us)
What about all their joy
(What about us)
What about the man
(What about us)
What about the crying man
(What about us)
What about Abraham
(What about us)
What about death again
(ooo, ooo)
Do we give a damn

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Canção da Terra
O que aconteceu com o nascer do sol?
O que aconteceu com a chuva?
O que aconteceu com todas as coisas,
Que você disse que iríamos ganhar?
O que aconteceu com os campos de extermínio?
Essa é a hora.
O que aconteceu com todas as coisas,
Que você disse que eram nossas?
Você já parou para pensar em
Todo o sangue derramado antes de nós?
Você já parou para pensar que
A Terra e os mares estão chorando?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

O que fizemos para o mundo?
Olhe o que fizemos.
O que aconteceu com toda a paz?
Que você prometeu a seu único filho?
O que aconteceu com os campos floridos?
Essa é a hora.
O que aconteceu com todos os sonhos
Que você disse serem nossos?
Você já parou pra pensar,
Sobre todas as crianças mortas pela a guerra?
Você já parou para pensar que
A Terra e os mares estão chorando?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Eu costumava sonhar
Costumava viajar além das estrelas
Agora já não sei onde estamos
Embora saiba que fomos muitos longe

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh

O que aconteceu com o passado?
(O que aconteceu conosco?)
O que aconteceu com os mares?
(O que aconteceu conosco?)
O céu está caindo
(O que aconteceu conosco?)
Não consigo nem respirar
(O que aconteceu conosco?)
E a apatia?
(O que aconteceu conosco?)
Eu preciso de você.
(O que aconteceu conosco?)
E o valor da natureza?
(ooo, ooo)
É o ventre do nosso planeta.
(O que aconteceu conosco?)
E os animais?
(O que aconteceu conosco?)
Fizemos de reinados, poeira.
(O que aconteceu conosco?)
E os elefantes?
(O que aconteceu conosco?)
Perdemos a confiança deles?
(O que aconteceu conosco?)
E as baleias chorando?
(O que aconteceu conosco?)
Estamos destruindo os mares
(O que aconteceu conosco?)
E as florestas?
(ooo, ooo)
Queimadas, apesar dos apelos
(O que aconteceu conosco?)
E a terra prometida?
(O que aconteceu conosco?)
Dilacerada pela ganância
(O que aconteceu conosco?)
E o homem comum?
(O que aconteceu conosco?)
Não podemos libertá-lo?
(O que aconteceu conosco?)
E as crianças morrendo?
(O que aconteceu conosco?)
Não consegue ouvi-las chorar?
(O que aconteceu conosco?)
O que fizemos de errado?
(ooo, ooo)
Alguém me fale o porquê
(O que aconteceu conosco?)
E os bebês?
(O que aconteceu conosco?)
E os dias?
(O que aconteceu conosco?)
E toda a alegria?
(O que aconteceu conosco?)
E o homem?
(O que aconteceu conosco?)
O homem chorando?
(O que aconteceu conosco?)
E Abraão?
(O que aconteceu conosco?)
E a morte de novo?
(ooo, ooo)
A gente se importa?

Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh


terça-feira, 9 de agosto de 2011

CEO com Ênfase em Liderança

A diretoria do COL (Clube de Oratória e Liderança) de Joinville investe no CEO (Curso de Excelência em Oratória) com Ênfase em Liderança. A decisão foi tomada na assembleia do dia 8 de agosto que decidiu ações de divulgação do curso.COLeanos e diretores reunidos para discutir estratégias de divulgação do COL e dos seus cursos: Jéssica Andrade, Jaira e Mário Lúcio Floriani, João Carlos Farias, Roberto Neotti, Mônica Robert, Genoveva Francescone e Rúbia Welter

Dois vídeos resgatam parte da história do clube que já tem 32 anos e formou mais de 2500 líderes e oradores, os quais, na sua maioria, ocupam postos de destaque em suas atividades profissionais, políticas ou sociais.

No primeiro vídeo de menos de dez minutos há uma ênfase para a liderança. No segundo, o reconhecimento político da entidade que se consolida no voluntariado.

O CEO é um curso voltado às pessoas que já ocupam espaços de liderança e ou tem a oratória como uma das ferramentas do seu dia a dia. Este curso é fruto de mais de 32 anos de experiência acumulada e destina-se especialmente àqueles que atuam nas diversas áreas da comunicação humana: jornalistas, radialistas, telejornalistas, apresentadores de programas de rádio e televisão, palestrantes, artistas, vereadores, deputados e administradores públicos.

O CEO (CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORATÓRIA COM ÊNFASE EM LIDERANÇA) é particularmente estruturado para transformar em especialistas na comunicação empreendedores, gerentes e diretores de empresas, promotores, juízes, advogados, religiosos, líderes comunitários, professores, instrutores de cursos, palestrantes, estudantes, universitários e presidentes de ONGs e OSCIPs.
Conduzido em linguagem adequada às particularidades de cada participante, tem na diversidade cultural do grupo importante elemento didático e consolida-se na prática de aproximadamente 500 exercícios analisados e comentados pelos instrutores.
O principal objetivo do CEO é abordar teoria e prática da comunicação humana, nas suas mais variadas situações, para eliminar as inadequações, aperfeiçoar as qualidades e formar oradores articulados e positivos para enfrentar os desafios da oralidade e da liderança.
Durante o curso os participantes têm condições de resgatar a natureza humana da oralidade e desenvolver, aperfeiçoar a liderança para os mais diversos desafios comunicacionais e profissionais. Informações completas do curso estão na internet.

Quem está liderando a divulgação do CEO é a diretora de comunicação do COL, empresária Rúbia Welter, que na foto está espremida entre duas outras COLeanas.
O CEO será realizado em parceria com uma das mais respeitadas instituições de ensino de Joinville, o Colégio Bom Jesus/Ielusc.